Leitura sem fronteiras - Tradutor

Mostrando postagens com marcador Obama. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Obama. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Governo Obama monitora registros telefônicos


O Fato:


  • Governo Obama defende coleta de registros telefônicos

    O governo dos Estados Unidos vem coletando, de forma secreta, registros telefônicos de milhões de clientes norte-americanos da companhia Verizon sob uma ordem judicial secreta, segundo a presidente do Comitê de Inteligência do Senado, Dianne Feinstein. O governo Obama defendeu a necessidade da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) de coletar registros telefônicos dos cidadãos norte-americanos. 
    A democrata Feinstein disse nesta quinta-feira que a ordem judicial secreta para a coleta dos registros telefônicos é uma renovação de três meses para uma prática já em curso. Ela falou com os jornalistas durante uma coletiva de imprensa. 
    A coleta de registros telefônicos no país acontece há anos e era parte fundamental do programa de vigilância do governo de George W. Bush, informou um funcionário do governo nesta quinta-feira. A divulgação da coleta dos registros é a mais recente controvérsia a atingir o governo Obama. 
    O presidente também é alvo de questionamentos sobre as ações da receita federal em relação a grupos conservadores, o confisco dos registros telefônicos de um jornalista numa investigação sobre quem vazou informações para a mídia e a forma como o governo tratou o ataque terrorista contra a embaixada dos Estados Unidos em Benghazi, na Líbia, que resultou na morte de quatro norte-americanos.
    A Casa Branca não fez comentários formais sobre o assunto. O procurador-geral Eric Holder evitou perguntas sobre a questão durante apresentação perante um subcomitê do Senado. Ele sugeriu que a questão seja discutida uma sessão secreta. 
    A ordem foi emitida pelo Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira em 25 de abril e vigora até 19 de julho, informou o jornal britânico The Guardian. Pela ordem a Verizon, uma das maiores empresas de telecomunicações dos Estados Unidos é obrigada a fornecer "diariamente" à NSA informações sobre todas as ligações fixas e móveis dos sistemas da empresa, tanto dentro do território norte-americano quando entre os Estados Unidos e outros países. 
    O documento mostra, pela primeira vez, que no governo Obama os registros de comunicação de milhões de cidadãos norte-americanos são coletados indiscriminadamente e em massa, independentemente de as pessoas serem suspeitas ou não de algum delito.
    Fonte: O diário



    A Opinião:

    Essa é a maior democracia do planeta? Vigilância total! Controle total! Paranoia total!
    Há tempos que a política interna e externa estadunidense é pautada pela cultura do medo. Sempre precisam de um inimigo externo comum para unificar a população internamente e justificar ações injustificáveis. 
    No passado o grande vilão era o comunista, basta analisar os grandes vilões nas telas de cinema da década de 1980: máfia russa, máfia chinesa, vietnamitas ou ainda grupos que viviam além da cortina de ferro. 
    Nos últimos anos lutam incessantemente contra o terrorismo, mas, contraditoriamente, a arma utilizada para isso é o terror (principalmente o psicológico). Apresentam um mundo onde precisam lutar contra o mal que pode assolar a humanidade: seja uma gripe e suas inúmeras mutações (o curioso é que não tratam a causa dessas mutações, apenas remediam numa bela forma de aquecer o mercado farmacêutico), um grupo terrorista (que há tempos não se manifesta, para a sorte do mundo, mas o fantasma serve para aquecer o mercado de artigos voltados para a segurança), o tráfico de drogas (do qual são grandes consumidores, alimentando esse tráfico e ainda lucrando com a venda de armas) ou, agora, a luta contra a obesidade (a pergunta é: será que vão bater de frente com a poderosa indústria alimentícia ou vão culpar apenas os maus hábitos da população?)
    Alguém está surpreso em saber que os registros telefônicos são monitorados? Se a resposta for positiva espero que não seja tão ingênuo ou ingênua a ponto de acreditar que a sua internet  não é monitorada.
    Liberdade de expressão, mas uma liberdade vigiada. Democráticos, mas fazendo uso do poder unilateralmente. Yes we can!

domingo, 23 de outubro de 2011

A situação da Líbia


Os Fatos:

CNT diz que lei islâmica será a base de novo governo da Líbia

O líder do Conselho Nacional de Transição (CNT) da Líbia, Mustafa Abdel Jalil, disse neste domingo que a sharia (lei islâmica) deve ser a base para o novo governo da Líbia. "Qualquer lei que contradiga a sharia islâmica é nula e vazia, legalmente falando", disse Jalil, durante a cerimônia em que o governo interino declarou oficialmente a libertação do país.

A cerimônia aconteceu em Benghazi, berço da revolta contra o regime ex-líder Muamar Kadafi, diante de milhares de pessoas. Kadafi foi morto na última quinta-feira, depois de ser capturado pelas forças do CNT, apoiadas pela Otan, em sua cidade natal, Sirte. No entanto, o governo interino sofre pressão para dar início a uma investigação sobre o momento da morte do ex-líder líbio.
Nesta sexta-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, reforçou o pedido de inquérito sobre as circunstâncias em que Khadafi foi morto. Hillary disse que, apesar de entender o alívio do povo líbio, ninguém quer ver um ser humano nestas condições, referindo-se às imagens que mostram Khadafi com forte sangramento e pedindo por sua vida.
Durante a cerimônia, o vice-diretor do CNT, Abdel Hafiz Ghoga anunciou que a Líbia havia sido libertada, dizendo: "Declaração de liberação. Levante sua cabeça. Você é um líbio livre". Em seguida, milhares de vozes repetiram a frase "Você é um líbio livre" em uníssono.
O líder do CNT, Abdel Jalil ajoelhou-se para agradecer a Deus pela vitória diante da multidão e pediu por perdão, reconciliação e unidade no país. "Hoje nós somos uma só carne nacional. Nos tornamos irmãos unidos como não éramos no passado", disse.
Ele agradeceu a todos os que fizeram parte da revolução, incluindo os jornalistas que a apoiaram, e desejou sorte aos manifestantes anti-governo na Síria e no Iêmen.
Ele disse ainda que rejeitaria quaisquer leis que vão contra os princípios da lei islâmica, citando como exemplo a lei sobre poligamia que é vigente no país.
"Um exemplo é a lei de casamento e divórcio, que restringe a possibilidade de ter múltiplas esposas. Essa lei vai contra a sharia islâmica e será rejeitada."
Jalil foi aplaudido pela multidão ao mencionar a lei e disse ainda que o governo reformaria o sistema bancário, que também deve estar em conformidade com a sharia. O secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, comemorou a declaração de liberdade e pediu "uma nova Líbia inclusiva, baseada na reconciliação e no total respeito pelos direitos humanos e pela lei".
Ele afirmou também que a Otan manteria sua "capacidade de responder às necessidades dos civis, se necessário". Horas antes, o primeiro-ministro interino da Líbia, Mahmoud Jibril, diz que eleições parlamentares devem acontecer até junho de 2012. Segundo ele, os parlamentares eleitos deverão elaborar uma constituição que será votada em um referendo popular e formarão um governo interino até as eleições presidenciais.
Ainda não há informações confirmadas sobre o paradeiro de Saif al-Islam, considerado possível sucessor de Khadafi, e do temido chefe de segurança do coronel.
Enquanto isso, o corpo de Khadafi e de seu filho Mutassim, também morto na quinta-feira, foram levados para um contêiner refrigerado em Misrata e exibidos à população, que formou longas filas do lado de fora.
Segundo fontes médicas, uma autópsia foi realizada neste domingo, concluindo que Khadafi morreu com um tiro na cabeça.
Os corpo devem agora ser entregues a integrantes de sua tribo para serem enterrados, segundo o porta-voz do CNT, Mustafa Goubrani.
No sábado, o comandante das forças que capturaram Khadafi assumiu a responsabilidade pela morte do ex-líder.
Em entrevista exclusiva à BBC, Omran el Oweib disse que o coronel foi arrastado para fora do cano de drenagem onde ele foi encontrado, deu cerca de dez passos e caiu no chão ao ser atacado por um grupo de combatentes furiosos.
O premiê interino, Mahmoud Jibril, disse à BBC que queria que Khadafi não tivesse sido morto.
Ele também afirmou ser a favor de de uma investigação completa sobre as circunstâncias da morte do coronel, como defende a ONU.
Muamar Khadafi, que chegou ao poder após um golpe em 1969, foi derrubado em agosto, após meses de combates.


Veja os principais fatos do governo de Muamar Kadafi

O líder deposto da Líbia Muamar Kadafi, morto nesta quinta-feira, passou 42 anos no poder e se tornou o líder com mais tempo de governo tanto na África quanto no mundo árabe.
Kadafi foi deposto em agosto, após sete meses de protestos e conflito armado na Líbia, quando forças do Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político dos rebeldes e hoje governo interino do país, tomaram o controle da capital, Trípoli.
Veja os principais fatos da era Kadafi:
1o de setembro de 1969: Movimento dos Oficiais Livres, liderado por Muamar Kadafi, expulsa o rei Idriss e instala o Conselho de Comando da Revolução. Kadafi assume o poder.
1973: Líbia ocupa a Faixa de Auzu (norte do Chade) até 1994. Neste período, as forças líbias intervêm várias vezes no conflito do Chade.
Setembro de 1976: Publicação do "Livro verde" de Kadafi, na qual explica sua filosofia política, apresentando uma alternativa nacional ao socialismo e ao capitalismo, combinada com aspectos do islamismo.
Março de 1977: Kadafi cria o conceito de "Jamahiriya" ou "Estado das massas", em que o poder é exercido através de milhares de "comitês populares". A teoria alega também resolver as contradições inerentes no capitalismo e comunismo, para colocar o mundo em um caminho de revolução política, econômica e social e libertar os povos oprimidos.
8 de janeiro de 1986: Washington põe fim nas relações econômicas com a Líbia e pede que Kadafi seja tratado "como um pária", acusado de estar envolvido em atentados contra Roma e Viena em dezembro de 1985
14 de novembro de 1991: Dois líbios são acusados de participação em um atentado contra um Boeing da PanAm em Lockerbie, na Escócia, que aconteceu em dezembro de 1988 e deixou 270 mortos). Em 2001, Abdelbaset Ali al-Megrahi é condenado à prisão perpétua por um tribunal escocês. Em 2009, é libertado.
31 de março de 1992: Líbia sofre embargo aéreo e militar da ONU, seguido de sanções econômicas. As últimas sanções foram retiradas em 2003 após um acordo de compensação às famílias das vítimas de Lockerbie.
1995: Expulsão de mais de 300 mil estrangeiros "em situação irregular". Em 1985, Trípoli expulsou 30 mil trabalhadores tunisianos, o que provocou a ruptura das relações diplomáticas com a Tunísia até 1987.
10 de março de 1999: Justiça francesa condena à prisão perpétua seis agentes líbios acusados de serem os autores do atentado ao DC-10 francês de UTA no Níger, que deixou 170 mortos em 1989.
19 de dezembro de 2003: Trípoli renuncia ao desenvolvimento de armas de destruição em massa.
9 de janeiro de 2004: Acordo de indenização das famílias das vítimas do DC-10.
2005: Várias companhias petrolíferas, principalmente americanas, retomam suas operações na Líbia.
15 de maio de 2006: Restabelecimento das relações diplomáticas completas com Washington. Retirada da Líbia da lista americana dos Estados que apoiam o terrorismo.

A Opinião:
Hoje parece não haver mais a necessidade de julgamento. Os detentores dos meios de comunicação fazem isso pelo mundo e a população simplesmente comemora a morte de um ser humano que sequer conheceram.
É a sede de sangue, não estou aqui para defender o ditador que criou em Março de 1977 o conceito de "Estado das massas", em que o poder é exercido através de milhares de "comitês populares". Numa das grandes contradições desse caso. 
Apenas gostaria de ver o julgamento, conhecer os fatos que o levaram a ser assassinado.
De qualquer forma é a virada de Barack Obama que faz 2 a 1 no George W. Bush com gols de Osama Bin Laden e Muamar Kadafi para o time do Obama e de Saddam Hussein para o Bush.

 



sábado, 30 de julho de 2011

A crise da dívida nos Estados Unidos


O Fato:

Entenda melhor a crise da dívida nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, tem uma tarefa árdua para cumprir até a próxima terça-feira: evitar que o país entre em bancarrota conseguindo um acordo quase que milagroso entre os líderes republicanos e democratas do Congresso, em relação ao aumento do teto da dívida norte-americana. Os impasses maiores estão relacionados com o pacote de medidas e o prazo de cumprimento da dívida. Mas, como o professor de Economia da PUC-SP, Antonio Carlos dos Santos, observa, “esta crise está mais ligada à política do que à economia”.

“Democratas e republicanos têm uma visão de sociedade e de mundo totalmente diferentes. Republicanos hoje estão literalmente tomados por uma visão extremamente conservadora e limitada da economia. Não há possibilidade de encontrar um ponto em comum. É uma situação muito delicada”, alerta ele.
Basicamente, a economia americana e mundial está nas mãos de dois partidos políticos que não se entendem e tem duas propostas distintas. Republicanos querem cortar gastos públicos, e com isso, políticas públicas assistencialistas, além de defenderem aumentar o teto da dívida suficientemente para desafogar o governo americano, mas com um acordo de curto prazo. Já os democratas aceitam alguns cortes, mas priorizam o aumento da arrecadação de impostos sobre os ricos e um acordo de longo prazo, pois, assim, teriam muito mais chances de reeleição em 2012. Mas, depois de gastar bilhões para aquecer a economia após a crise de 2008, será que cortar gastos seria uma boa ideia?
“A economia ainda não apresenta uma recuperação sólida, então cortar gastos não é bom. Aumentar a arrecadação de imposto é uma boa ideia porque quem vai pagar é o pessoal de alta renda. Tanto do ponto econômico quanto social, isso faz todo o sentido. Os democratas estão defendendo o sistema de bem-estar social e os republicanos estão tentando destruir o Welfare State dos EUA. É isso que está em jogo”, analisa Antonio Carlos.
Afinal, como os Estados Unidos, a maior potência econômica do mundo, conseguiram chegar a esse ponto, prestes a declarar moratória? O professor de Política Internacional da Universidade Federal Fluminense (UFF), Adriano Freixo, responde:
“Nos últimos anos, os gastos públicos norte-americanos aumentaram enormemente, por conta do envolvimento em inúmeras guerras e das medidas para combater os efeitos da crise de 2008. Historicamente, a dívida norte-americana é alta, mas nesta última década a situação se agravou enormemente. E isto não se deve somente ao governo Obama, o governo Bush também abusou do cofre público”, explica Freixo.
A rivalidade antiga entre os dois principais partidos dos EUA, que se acirrou no governo Obama (a oposição republicana do governo de Bill Clinton não era tão intransigente) pode pôr tudo a perder.  Caso o acordo não saia, a economia mundial conheceria o verdadeiro caos, sem uma moeda de referência, já que todas as economias se baseiam no preço do dólar e o euro não está lá essas coisas. Só a possibilidade de não se chegar a um acordo já tem impactado o mercado, com a queda da bolsa no mundo inteiro. Se, efetivamente, a crise não tiver solução e o dólar continuar caindo, esta desvalorização pode afetar nosso mercado, prejudicando ainda mais nossas exportações, nossas indústrias, aumentando a entrada de importados, entre outras coisas.
“Acredito que eles vão conseguir entrar em um acordo dentro do prazo, mas não está mais na esfera da loucura se isso não acontecer. O cenário alternativo é tão catastrófico que é melhor nem pensar e as pessoas não estão nem considerando”, diz Antonio Carlos. 
Freixo já é mais otimista e acredita que “as próprias pressões que a sociedade norte-americana começa a fazer sobre seus congressistas para que se chegue a um acordo mínimo pode facilitar uma solução nos próximos dias”.
Barack Obama enfrentou grandes leões em seu primeiro mandato. Além de ter que lidar com os altos custos das guerras e com redução da carga tributária, criações de seu antecessor, Obama herdou uma imensa dívida que sucumbiu na crise econômica de 2008, primeiro ano de seu mandato. Diante dos frequentes ataques da oposição e da insatisfação da população, que se viu em uma situação econômica há muito tempo não experimentada, obrigada a encarar um alto índice de desemprego, sua reeleição poderia estar em risco, não fosse o “heróico” assassinato de Osama Bin Laden.
“A morte do Bin Laden foi positiva e o Obama capitalizou isso em termos de imagens para seu governo para tentar a reeleição. É difícil avaliar se ele seria reeleito ou não, pois existe uma certa imprevisibilidade. Se houver mesmo um agravamento da crise, isso não necessariamente vai recair sobre o Obama. Depende de como vai ser essa crise e como ela vai ser compreendida pelo eleitorado norte-americano”, avalia o professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense (UFF), Marcus Ianoni.
Já Antonio Carlos analisa a situação de forma menos imparcial.
“Quando chega o momento de tomar a decisão certa, os americanos acabam tomando. No fim das contas, vai prevalecer o bom censo e os democratas vão ganhar. Principalmente porque os candidatos republicanos que até agora se apresentaram não são convincentes. O Obama, na minha opinião, é um animal político genial”, finaliza.


A Opinião:
Parece que a política bélica está cobrando seu preço agora e embora a crise esteja no momento mais agudo, o principal culpado não é o governo Obama e sim o governo Bush, afinal foram oito anos desastrosos.
Quando o Barack Obama foi eleito, o mundo se encheu de esperança, porém observa-se agora um governo pífio, que não conseguiu levar os Estados Unidos para longe do lamaçal para onde estavam caminhando.
Um presidente que ganhou o Prêmio Nobel da Paz mesmo envolvido em guerras, ele, que foi superestimado, até mesmo sobrevalorizado, apareceu como solução antes mesmo de ter sido testado e assim toda essa euforia em torno do nome do Obama agora se reverte em frustração.
Belos discursos, porém sem atitudes concretas. O assassinato (até agora envolto em mistério) do Osama Bin Laden, de fato serviu como cortina de fumaça para encobrir a crise, pena que não conseguiram resolver antes da fumaça se dissipar.
Pelo menos esse "ato heróico" de assassinar (mas cadê o corpo?) o inimigo número 1 dos Estados Unidos pode servir para garantir uma reeleição de um herói, um mito, que nada fez até o momento para justificar o cartaz que recebe.

O Debate:
Será que o mundo deixará de ter uma nação hegemônica?