O número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza nos Estados
Unidos aumentou para 15,1% da população em 2010, chegando ao recorde de
46,2 milhões de pessoas. Os dados são do censo norte-americano,
divulgado nesta terça-feira (13/09). É o maior contingente de pessoas
abaixo da linha da pobreza dos últimos 52 anos, desde que os dados
começaram a ser coletados. Em 2009, 14,3% da população norte-americana
vivia abaixo da linha da pobreza.
O índice de aumento no número de pobres foi registrado pelo terceiro
ano consecutivo e é o maior desde 1993. Atualmente, um em cada seis
americanos vive na pobreza. Os Estados Unidos passam por um dos seus
piores momentos econômicos. O governo tenta buscar meios para reduzir os
impactos da crise, mas há também dificuldades políticas envolvendo as
negociações.
Ontem, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu ao
Congresso que aprove, o mais rápido o possível, sem postergações ou
manobras, o projeto de lei que propõe medidas para a geração de
empregos. O pacote prevê a criação de postos de trabalho a partir de
cortes de impostos, gastos em projetos sociais e ajuda para governos
locais e estaduais.
No último dia 8, Obama anunciou cortes de impostos para pequenos
negócios e a classe média e o aumento da tributação sobre as grandes
empresas e os mais ricos, como fundamentos da proposta de US$ 447
bilhões destinados a reativar a criação de empregos nos Estados Unidos.
Fonte: Diário Liberdade
Nota de Diário Liberdade: Uma amiga leitora
estadunidense de Diário Liberdade alertou que este índice não reflete a
realidade factual da pobreza nos Estados Unidos, que provavelmente este
número é muito maior, dado que a medida utilizada para o cálculo é muito
antiga.
A Opinião:
Outras nações aprenderam a jogar o "jogo do capitalismo" e os Estados Unidos fizeram algumas apostas erradas, continuam na frente mas a vantagem para os demais diminui a cada rodada. A crise, somada com as medidas tomadas pelo governo para elevar o teto da dívida, multiplicado pelo aumento do número de pobres no país é igual a um futuro marcado por revoltas populares. É esperar para ver.
Mantega: Brics vão discutir como ajudar UE a sair da crise
O Brasil deve discutir com outros
países emergentes na semana que vem ideias para ajudar a Europa a sair
da atual crise da dívida, disse nesta terça-feira o ministro da Fazenda,
Guido Mantega. "A gente vai se reunir semana que vem em Washington e
vai discutir como fazer para ajudar a União Europeia a sair dessa
situação", disse. O Brics é formado pelo Brasil,
pela Rússia, pela Índia, pela China e pela África do Sul e tem se
destacado pela maneira como tem conseguido, desde 2008, enfrentar a
crise. A alternativa que poderá ser discutida no encontro em Washington é
a elevação da participação de títulos em euros nas reservas
internacionais desses países. Na semana que vem,
entre os dias 23 e 25, presidentes de bancos centrais e ministros de
Finanças estarão reunidos em Washington para a reunião anual do Fundo
Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Eles vão discutir a
crise global, principalmente a situação da Europa, com destaque para a
Grécia. Na segunda-feira, técnicos do FMI admitiram
que previsões mais bem elaboradas poderiam ter alertado com maior
antecedência para a crise da dívida grega. Segundos os técnicos do
fundo, os estudos devem levar em conta a preocupação com a
sustentabilidade dos débitos - se os países têm condições de arcar com o
endividamento. No auge da crise
de crédito, que se agravou em 2008, a saúde financeira dos bancos no
mundo inteiro foi colocada à prova. Os problemas em operações de
financiamento imobiliário nos Estados Unidos geraram bilhões em perdas e
o sistema bancário não encontrou mais onde emprestar dinheiro. Para
diminuir os efeitos da recessão, os países aumentaram os gastos
públicos, ampliando as dívidas além dos tetos nacionais. Mas o estímulo
não foi suficiente para elevar os Produtos Internos Brutos (PIB) a ponto
de garantir o pagamento das contas. A primeira a
entrar em colapso foi a Grécia, cuja dívida pública alcançou 340,227
bilhões de euros em 2010, o que corresponde a 148,6% do PIB. Com a luz
amarela acesa, as economias de outros países da região foram
inspecionadas mais rigorosamente. Portugal e Irlanda chamaram atenção
por conta da fragilidade econômica. No entanto, o fraco crescimento
econômico e o aumento da dívida pública na região já atingem grandes
economias, como Itália (120% do PIB) e Espanha. Um
fundo de ajuda foi criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e
pelo Banco Central Europeu (BCE), com influência da Alemanha, país da
região com maior solidez econômica. Contudo, para ter acesso aos pacotes
de resgates, as nações precisam se adaptar a rígidas condições impostas
pelo FMI. A Grécia foi a primeira a aceitar e viu manifestações contra
os cortes de empregos públicos, programas sociais e aumentos de
impostos. Os Estados Unidos atingiram o limite
legal de endividamento público - de US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2
trilhões) - no último dia 16 de maio. Na ocasião, o Tesouro usou ajustes
de contabilidade, assim como receitas fiscais mais altas que o
previsto, para seguir operando normalmente. O governo, então, passou por
um longo período de negociações para elevar o teto. O acordo veio só
perto do final do prazo (2 de agosto) para evitar uma moratória e prevê
um corte de gastos na ordem de US$ 2,4 trilhões (R$ 3,7 trilhões). Mesmo
assim, a agência Standard & Poor's retirou a nota máxima (AAA) da
dívida americana.
Fonte: Portal Terra com informações da Agência Brasil.
A Opinião:
Realmente o mundo dá voltas, as nações hegemônicas começam aos poucos a precisar do auxílio das nações emergentes. Caso os BRICS consigam de fato auxiliar a União Europeia, marcarão de forma definitiva a sua importância para o mundo atual.
O que impressiona é ver que o mundo luta para ajudar os países europeus e abandona de vez os países africanos. Em vários países africanos vemos crianças morrerem de fome, mas não há uma reunião, nem um plano sequer para minimizar os problemas desses países. Mas ao primeiro sinal de crise, todos correm para salvar os EUA, o Japão e a Europa.
Será que a desigualdade de tratamento sempre vai existir?
Dalai Lama apelou na cidade do México ao "desmilitarizar do planeta", defendendo que o dinheiro que é destinado às forças
militares deveria ser canalizado para projetos de saúde e educação em todo o mundo. Para
o líder
espiritual budista, a ausência de exércitos
teria efeitos ecológicos e econômicos muito positivos e o capital
destinado às
forças militares deveria ser convertido em
projetos "mais construtivos e benéficos" para a comunidade
internacional. Na
conferência no México, "Aguçar a mente e
nutrir o coração", organizada pelo Sindicato Nacional de Trabalhadores
da Educação
no V Congresso Nacional de Educação do
México, Dalai Lama defendeu que o século XXI deve ser dedicado ao
diálogo e à Paz,
para que as pessoas cheguem a acordo através
da conversa "e não através da guerra".
A Opinião:
Uma ideia tão simples, dita por um líder espiritual, que chega a parecer infantil. Acredito que muitas pessoas devem ter pensado assim, mas é ou não é uma das ideias mais sensatas do ano?
A sensatez está na matemática pura e simples, ou seja, se calcularmos os gastos com a manutenção de militares e toda estrutura bélica e compararmos com os valores que seriam necessários para melhorar a vida de muitas pessoas pelo mundo, veremos que a ideia é maravilhosa.
Pena que infelizmente existe sim um lado inocente nesse pensamento. A inocência está apenas em não levar em conta a crueldade e a ganância de alguns seres humanos.
World Trade Center foi criado em meio a "febre de arranha-céus". Conheça a história
O reinado do World Trade Center como complexo que incluía
os edifícios mais altos do mundo - as Torres Gêmeas, com 110 andares
cada - foi curto. As torres abriram em 4 de abril de 1973, e só foram
superadas pela Sears Tower (hoje Willis Tower), de Chicago, em 1974. A
corrida rumo ao topo em Nova York, no entanto, começou em 1889.
Naquele ano, a França erguia a Torre Eiffel para a Feira
Internacional em Paris, como um marco dos cem anos da Revolução
Francesa. Enquanto isso, em Nova York, empresários atentos para as
inovações em engenharia e arquitetura desenvolvidas para a construção da
torre francesa pensavam literalmente grande. Dessa união de fatores
surgiu o Tower Building, com seus 13 andares - até então inéditos na
cidade.
O edifício durou até 1914 – mas aí ele já havia deixado de ser o mais
alto há quase 20 anos. Em 1894 surge o Empire Building, com
impressionantes 21 andares – só superado pelo Woolworth Building, com
inacreditáveis 55 andares, inaugurado em 1913.
A briga foi ganha em 1931 pelo Empire State Building, com seus
heroicos 102 andares - ainda hoje um dos cartões postais mais famosos de
Nova York e do mundo. O título de mais alto do mundo ficou com o
edifício até surgirem as Torres Gêmeas do World Trade Center.
A ideia do WTC começa a nascer em fins dos anos 40 e começo da década de
50, como apenas um edifício, que teria 70 andares. O presidente do
banco Chase Manhattan, David Rockefeller, criou assim a Associação para o
Desenvolvimento da Região Central e da Baixa Manhattan, para
revitalizar a cidade e aproveitar o papel central que Nova York passava a
ter na economia global.
Em 1962, a ideia ganha força junto ao governo, e a região da baixa
Manhattan - delimitada pela rua 14 ao norte, a leste pelo rio Leste, ao
sul pelo porto de Nova York e a oeste pelo rio Hudson - começa a passar
por transformações. Na área dos 13 quarteirões que seriam desocupados e
demolidos para a construção do conjunto ficava a “Radio Row” (“Rua dos
Rádios”, em tradução livre), conhecida por esse nome até então por
concentrar muitas lojas de eletrodomésticos.
Os EUA continuaram a ser os campeões das alturas até 1996, quando a
coroa então mudou inclusive de continente: a Willis Tower cedeu lugar ao
complexo Petronas Towers, em Kuala Lumpur (Malásia), e seus 452 m - mas
isso devido à agulha da torre; em andares, a Willis continuou a mais
alta (108, contra 88 da torre asiática).
Fonte: R7
O Atentado e suas versões:
Notícia publicada no dia seguinte ao atentado:
Atentados podem recriar a unidade perdida dos EUA
Houve só um momento, na história americana, comparável ao ataque
terrorista que começou (e espera-se que tenha acabado) na manhã de
ontem. Foi Pearl Harbor. Sabemos no que deu. Forçou o ingresso
(que já era inevitável) dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
Solidificou a coesão nacional. Identificou os norte-americanos com seu
governo - mesmo aqueles que não tinham simpatia nenhuma pela Presidência
de Roosevelt. Também dispôs todos aos sacrifícios necessários
para encarar a guerra e ganhá-la. Submeteu à prova de fogo uma geração
que ainda hoje é miticamente considerada, nos Estados Unidos, como a
maior de todas. Enfim, produziu décadas de uma primazia norte-americana,
econômica e cultural, que ainda dura. O
ataque de ontem tem toda a chance de desencadear os mesmos efeitos, a
começar pela unidade nacional em torno de um governo que antes disso era
desacreditado. Eu mesmo não saberia onde encontrar, hoje, a vontade de
criticar o presidente Bush. Por um momento, até gostei de suas palavras. Os
norte-americanos passarão pela redescoberta de uma solidariedade talvez
esquecida. Consegui falar com uma amiga, normalmente temerosa, de nariz
empinado, no Upper East Side de Nova York: ela estava correndo para
doar sangue. Reencontrarão os valores americanos, atrás dos
sonhos de sucesso material e de consumo que prevaleceram nas últimas
décadas. Outro amigo, em Nova York, notou que Wall Street fechou e que,
com a ruína das torres do World Trade Center, muitas operações
financeiras serão atrapalhadas durante dias. Argumenta que, se
essa era uma das intenções dos terroristas, tanto pior para eles: o que
importa é que durante dias os americanos nem olharão para os índices Dow
Jones e Nasdaq. Talvez redescubram nessa ocasião, acrescenta, que o
orgulho nacional tem outras razões além da prosperidade. A
América do começo do século 21 era, até hoje, um país ideologicamente
hesitante. Para definir-se, faltava-lhe um adversário, pois o inimigo
comunista havia sumido. Só sobrava, como glória nacional, justamente a
riqueza - um ideal facilmente desprezível. O multiculturalismo, também,
tornava problemático invocar os valores americanos. Ora, graças
aos atentados de ontem, essa fase pode ter acabado - sobretudo porque o
novo inimigo não é um governo imperialista ou expansionista como a
Alemanha nazista ou o Japão imperial. É um inimigo ideológico: uma
concepção do mundo e da vida oposta aos fundamentos da cultura ocidental
moderna. A América, a partir
de hoje, poderá voltar provavelmente a desempenhar aquele que sempre foi
seu melhor papel: o de defensora da civilização contra a barbárie. Os
Estados Unidos perseguirão todo país que, de uma maneira ou de outra,
aparecer como cúmplice dos terroristas que conceberam e realizaram o
ataque. É difícil imaginar qualquer outra potência em posição ou com
alguma razão de contestar esse direito. Nem a Rússia nem a China. Mesmo
uma boa parte dos países árabes concordará, de coração ou por medo. É
possível, com isso, que o ataque de ontem tenha definitivamente
alterado a organização política do planeta, sobrepondo a todos os
conflitos (econômicos, políticos ou ideológicos) uma divisão cultural.
Haverá, de um lado, os que acreditam no ideário da razão ocidental e, de
outro, um pequeno (ou grande) catálogo de fundamentalismos. E haverá a
necessidade de se declarar.
Fonte: Folha on-line (12/09/2001)
O link abaixo mostra algumas teorias da conspiração relacionadas aos ataques de 11/09/2001:
Custos da guerra pós-atentados do 11/09 podem chegar a US$ 4 trilhões, diz professora de Harvard
Um alvo fácil: o prédio do Pentágono fica às margens do Rio Potomac,
cercados por enormes estacionamentos. Na manhã do dia 11 de setembro de
2001, o terrorista Hani Hanjour pilotava o Boeing-757 a baixa altitude e
estava em aceleração total, a 850 km/h, quando atingiu o comando
militar americano.
A explosão fez o prédio, um dos maiores do mundo, tremer. Ao todo, 184
pessoas morreram. Porém, em pouco tempo, no centro nervoso das Forças
Armadas americanas, começou a ser planejada a resposta militar aos
ataques terroristas.
A decisão inicial foi atacar o regime Talibã, que protegia a rede
terrorista al-Qaeda de Osama bin Laden no Afeganistão. A maioria dos
americanos e governos de 56 países apoiaram a iniciativa, mas o então
presidente George W. Bush decidiu ampliar a resposta com uma segunda guerra e os Estados Unidos invadiram o Iraque.
Dez anos depois, o custo dessas duas decisões ainda se acumula: em
vidas, dinheiro e em mudanças na sociedade americana. Mais de 100 mil
soldados americanos ainda lutam na Guerra do Afeganistão, que se tornou a
mais longa da história dos Estados Unidos. No Iraque, depois de sete
anos, a retirada das tropas de combate já foi concluída, mas o governo
americano ainda mantém no país milhares de soldados somente para
treinamento das forças locais.
Mais de seis mil militares de 20 países morreram nas duas guerras. No
Afeganistão, as mortes de civis chegaram a quase nove mil. No Iraque, as
estimativas variam de 100 mil a 1 milhão de civis mortos no conflito.
William Galston foi assessor na Casa Branca durante os anos 90 e, hoje,
integra o respeitado Instituto de Pesquisa Brookings, em Washington.
Para ele, a invasão do Iraque foi a ofensiva errada, no país errado, no
momento errado. Galston tem certeza de que Bush acreditava que o então
presidente do Iraque, Saddam Hussein, tinha armas de destruição em massa
e afirma: “O que ele não teve foi o cuidado de verificar se as
conclusões a que chegou estavam bem fundamentadas. Portanto, Bush levou o
país na direção errada”.
Donald Rumsfeld
era o encarregado de planejar e executar a invasão do Iraque. O então
secretário de Defesa deixou a Casa Branca em 2006. Hoje, aos 79 anos de
idade, ele defende a ação do governo Bush e diz que não subestimou o
custo da guerra.
Quando a invasão começou, o ex-secretário estimou que ela teria apenas
seis meses de duração e custaria US$ 50 bilhões: “Eu não disse isso”,
afirma Rumsfeld. “Eu escrevi, sim, um memorando ao presidente falando de
custos, mas mostrando que as projeções podiam dar errado”, explica.
Em um documento, Rumsfeld afirma que a guerra custaria menos de US$ 50
bilhões, mas ele explica: “Não eram números meus, eram números
orçamentários. Eu repeti dezenas de vezes que não sabia quanto a guerra
iria custar nem quanto tempo iria durar”, ele diz.
Qual foi então o custo real do 11 de setembro? “O povo americano não
vive aterrorizado”, ele responde. “O governo tomou a decisão de avançar
contra os terroristas para proteger o povo americano e teve enorme
sucesso. Em dez anos, nenhum outro ataque terrorista foi concluído nos
Estados Unidos", completa Rumsfeld.
Linda Bilmes, professora de orçamentos e finanças públicas na
Universidade Harvard, faz uma avaliação diferente. Ela é co-autora do
livro “A guerra de US$ 3 trilhões, o custo real da guerra do Iraque” e
afirma que os custos continuam a crescer com o tratamento de veteranos
feridos e os gastos militares que ainda hoje são feitos no Iraque.
Para Linda Bilmes, o valor já está perto dos US$ 4 trilhões, cerca de
80 vezes o valor citado inicialmente por Donald Rumsfeld. E ela diz que,
mais do que o gasto direto, a guerra do Iraque criou outros graves
problemas. Um deles foi o endividamento do governo americano: “Os
Estados Unidos estão sofrendo por falta de investimento, basta andar na
rua para ver isso. Todo aquele dinheiro poderia ter sido gasto aqui. Nós
vamos viver com as consequências disso por muito tempo”, conclui Linda
Bilmes.
Durante sete anos, George W. Bush tentou capturar o principal
responsável pelos ataques de 11 de setembro, mas a notícia que os
americanos esperaram por quase uma década foi anunciada em maio deste
ano, pelo sucessor dele, Barack Obama. O terrorista Osama bin Laden
estava morto.
O paradeiro do chefe da al-Qaeda foi descoberto a partir de um
minucioso trabalho de inteligência feito pelo Serviço Secreto Americano.
Bin Laden foi morto em um esconderijo a 100 quilômetros de Islamabad,
capital do Paquistão, um dos países que mais receberam dinheiro e apoio
dos Estados Unidos.
Fonte: (Adaptado) Jornal Nacional
O link abaixo traz muitas informações sobre o mundo pós 11/09/2001:
10 acontecimentos que moldaram o mundo depois do 11 de Setembro
1. Guerra ao terrorFoi com esta formulação
vaga que George W. Bush respondeu ao 11 de Setembro, mas o plano foi
objetivo: derrotar o regime dos talibãs no Afeganistão e destruir a
rede terrorista da al-Qaeda, bem como os seus campos de treino. Em 2002,
já com Cabul livre do regime fundamentalista, o Presidente
norte-americano inclui o Iraque num "eixo do mal" composto ainda por
Irã e Coreia do Norte, por ter armas de destruição maciça, que afinal
não existiam. No ano seguinte, sem o apoio das Nações Unidas, EUA e
Reino Unido derrubam o regime de Saddam Hussein, que acaba enforcado. A
guerra ao terrorismo fica também marcada pela perda de liberdades
individuais e de privacidade nos EUA (e em aeroportos de todo o mundo),
por abusos e práticas de tortura aos prisioneiros em Abu Ghraib e
Guantánamo. Apesar de vários planos terem sido descobertos, Bali,
Madrid, Beslan, Londres e Mumbai foram alvo de atentados de grande
dimensão.
2. Ascensão da China e de outros paísesO
mundo dividido em dois blocos acabou com a queda do Muro de Berlim e o
fim da União Soviética. Mas a mudança deu-se antes, no princípio dos
anos 80, quando a China comunista de Deng Xiaoping lançou as zonas
econômicas especiais que atraíram desde cedo multinacionais como a
Coca-Cola. A explosão da economia chinesa deu-se na última década. O "Império do Meio" é hoje a fábrica do mundo. Tem a segunda maior
economia e a sua combinação paradoxal de governação socialista e mercado
capitalista, mão-de-obra infindável e (ainda) barata é imbatível. Mas
outras potências emergem, casos da Índia e do Brasil (este em especial,
ao combater com sucesso a pobreza e ao reduzir as desigualdades
sociais). O Ocidente perde peso e relevância.
3. Grandes tragédiasOs
ataques do 11 de Setembro fizeram 2.996 mortos. Um horror mas, ainda
assim, gotas em comparação com os desastres de enormes proporções que
atingiram outros cantos do planeta. Em Dezembro de 2004, os efeitos do
sismo e consequente tsunami que se registou no Oceano Índico e que
afetou em especial a Indonésia, o Sri Lanka, a Índia e a Tailândia. No
total morreram 226 mil pessoas e mais de dois milhões foram afectadas.
Números dantescos que o terramoto de Janeiro de 2010 no Haiti conseguiu
rivalizar: o paupérrimo país perdeu 222 mil habitantes e quase 3,5
milhões sofreram com o abalo de magnitude 7. Outros desastres naturais
de graves consequências foram o furacão Katrina (EUA), o ciclone Nargis
(Birmânia), os sismos em Bam (Irã), Caxemira (Paquistão), Java
(Indonésia) e Sichuan (China) e a onda de calor que varreu a Europa em
2003. A soma de mortos destes desastres naturais dá uma cifra
impressionante: 855 mil, segundo um relatório conjunto da Cruz Vermelha e
Crescente Vermelho.
4. Tsunami e crise nuclear de FukushimaO
sismo de magnitude 9 ocorrido em 11 de Março ao largo do Japão, o
tsunami e as 900 réplicas que se seguiram tiveram efeitos devastadores
em vidas e em destruição. Morreram mais de 15 mil pessoas, cem mil casas
desapareceram. Seis meses depois, 85 mil japoneses ainda estão a viver
em abrigos. O prejuízo dos danos calcula-se em 157 mil milhões de euros,
sem contar com as consequências do desastre nuclear de Fukushima: o
terremoto e tsunami destruíram os sistemas de arrefecimento da central, o
que provocou explosões e consequentes fugas de radiação, que se mantêm.
O acidente veio minar a reabilitação da imagem da indústria nuclear e
vários países reequacionaram os seus programas de energia.
5. Crise financeira de 2008-2011Sabe-se
quando começou, mas não se sabe quando nem como irá estancar. Por uns
apelidada de grande recessão, por outros de depressão menor, a crise
financeira iniciou-se com a falência do Banco Lehman Brothers,
especializado em produtos de investimento. Foi a face visível da chamada
crise do subprime, iniciada quando a alta de juros nos EUA levou a que
milhares de pessoas – que tinham créditos à habitação mas não tinham
condições para as pagar – ficaram em incumprimento. Com isso, produtos
financeiros de risco associados a esse crédito fácil passaram a ser lixo
e gigantes financeiros tiveram perdas colossais; outros faliram e até
um país, a Islândia, foi pelo mesmo caminho. Os Estados injetaram
dinheiro nos bancos para que o sistema financeiro não entrasse em
colapso, mas as consequências pagam-se até hoje: vários países com
problemas estruturais como a Grécia, Irlanda e Portugal
sobreendividaram-se e lutam para cumprir projetos de emagrecimento com
planos de resgate, mas a crise de confiança atingiu outros países como a
Espanha, Itália, EUA, e quer o euro, quer os mercados bolsistas
enfrentam tempos incertos.
6. Redes sociais Depois
da popularização do uso dos celulares e do acesso à internet, a
propagação das redes sociais foi imparável nos últimos anos. Estão em
qualquer suporte, TV incluída, e servem para coisas tão díspares como
colecionar amigos virtuais, escrever banalidades ou incitar a revoltas.
As aplicações mais populares são o Facebook, com 750 milhões de
utilizadores, e o Twitter, com 200 milhões.
7. Eleição de ObamaMarcou
o fim de uma controversa presidência, a de George W. Bush, que levou o
país – que ficou com uma imagem beliscada no resto do mundo – para dois
teatros de guerra, e no campo interno para uma espiral de endividamento.
A maioria dos eleitores votou por uma mensagem de esperança que pusesse
termo aos conflitos e recolocasse o país na senda da prosperidade, ao
mesmo tempo que elegia um cidadão de uma minoria que há 60 anos era
tratada como segunda classe. Mas até agora o mandato de Barack Obama –
exceto o apaziguamento com o mundo muçulmano e a histórica extensão dos
cuidados de saúde – tem sido dominado pela crise e pela oposição
encarniçada dos republicanos, maioritários na Câmara dos Representantes.
8. Fim dos vaivéns espaciaisA
aterragem do Atlantis, em 21 de Julho, no Centro Espacial Kennedy, na
Florida, assinalou o fim do programa de vaivéns espaciais dos Estados
Unidos da América. Encerrou-se um capítulo com 30 anos e 135 missões. Os
veículos espaciais permitiram aos norte-americanos consolidar a
liderança no Espaço – apesar dos tristemente célebres desastres do
Columbia e do Challenger –, e pôr em órbita o telescópio espacial
Hubble. O programa espacial da NASA fica em suspenso e agora os EUA
passam a depender das naves russas para poderem alcançar a Estação
Espacial Internacional.
9. Criação do TPICom
sede em Haia, começou a atividade em 2002. Tem como objetivo levar a
julgamento responsáveis por atos como crimes de guerra, crimes contra a
humanidade e genocídio. Até agora só foram realizadas investigações que
levaram a acusações de políticos em países africanos. Muammar Kadhafi e
o filho Saif al-Islam são os mais recentes procurados. Muitos países
oferecem resistência ao TPI: 40 não ratificaram o tratado (casos de EUA,
Rússia, Angola, Moçambique), outros, como a China, Índia ou Indonésia,
nem sequer o assinaram. Mas é um avanço na universalidade dos direitos
humanos e do direito internacional.
10. Primavera ÁrabeTeve
como inspirador o falhado movimento verde do Irã (não árabe, mas
muçulmano), nascido em 2009 após as eleições consideradas fraudulentas
pela oposição iraniana e pela comunidade internacional. Mas o grito de
indignação via redes sociais de dezenas de milhares de iranianos,
asfixiados pelo regime dos aiatolas, teve seguidores. Em Dezembro de
2010, a imolação do jovem tunisino Mohamed Bouazizi, por lhe ter sido
negada a venda ambulante, ateou fogo ao país e a quase todo o mundo
árabe, cuja mistura de ditaduras com elevados níveis de desemprego,
desigualdades sociais e pressões demográficas formaram um cocktail que
degenerou na queda de Ben Ali (Tunísia), Mubarak (Egipto), Kadhafi
(Líbia) e que mantém outros em guarda.
Fonte: (Adaptado) sol.sapo.pt
Nova York relembra vítimas do 11 de Setembro
A cidade de Nova York lembra neste domingo os dez
anos dos atentados de 11 de setembro de 2001 sob o temor de novos
ataques e um forte esquema de segurança.
As cerimônias de homenagem às vítimas dos
ataques começaram antes das 9h (horário local), com discursos do
prefeito Michael Bloomberg, do presidente Barack Obama, com um minuto de
silêncio no horário em que a primeira Torre do World Trade Center foi
atingida (8h46) e com a leitura dos nomes das quase 3 mil pessoas mortas
naquele dia.
O reforço no policiamento da cidade - assim como em Washington e
Shanksville (no Estado da Pensilvânia), onde os atentados também
deixaram vítimas e onde também serão realizadas cerimônias neste domingo
- já era previsto em razão dos eventos.
A segurança, no entanto, foi redobrada nos
últimos dias, depois que o governo recebeu informações de que a rede
extremista Al-Qaeda planejaria novos ataques contra os Estados Unidos.
O aumento da presença policial é visível em toda
a cidade. Na Penn Station, estação ferroviária por onde passam trens de
todo o país, é possível ver vários policiais e até militares armados.
Cães farejadores da polícia podem ser vistos em
estações de metrô à procura de possíveis artefatos explosivos.
Estacionamentos subterrâneos, pontes e túneis e outros locais com
potencial para virar alvo de explosões estão sendo intensamente
averiguados
A área ao redor do Marco Zero - local onde ficavam as Torres Gêmeas
do World Trade Center, derrubadas nos atentados – é palco da principal
cerimônia.
Neste domingo, as principais ruas da região estão fechadas para o tráfego, com grandes restrições à passagem de pedestres.
O presidente Barack Obama, que na manhã de
sábado se reuniu com a cúpula da segurança para discutir as medidas
adotadas para prevenir novos ataques, havia dito que os Estados Unidos
"permanecem vigilantes".
Em seu pronunciamento semanal no sábado, Obama
mencionou as ameaças de novos ataques. "Nós estamos fazendo todo o
possível para proteger nosso povo. E não importa o que apareça no nosso
caminho, como nação resiliente que somos, nós seguiremos em frente",
afirmou.
A cerimônia no marco zero começou às 8h35 deste
domingo (horário de Nova York, 9h35 em Brasília) e está sendo
acompanhada por Obama e pelo ex-presidente George W. Bush (que governava
o país na época dos atentados), além de várias outras autoridades,
artistas e familiares das vítimas.
A cerimônia será interrompida seis vezes. Às
8h46, o primeiro minuto de silêncio marcou o momento exato em que o
primeiro avião sequestrado pelos extremistas da Al-Qaeda, o voo 11 da
American Airlines, chocou-se contra a Torre Norte do World Trade Center.
O prefeito Michael Bloomberg disse em discurso que o momento é tanto
de lembrar o ocorrido como de seguir adiante. "Desde (11 de setembro de
2001), vivemos na luz e na sombra. Crianças cresceram e netos nasceram."
Obama falou em seguida, lendo uma passagem da Bíblia.
Outros cinco minutos de silêncio marcam o choque
do voo 175 da United Airlines contra a Torre Sul, o colapso de cada uma
das torres, o momento do ataque ao Pentágono, em Washington, e o
momento em que o voo 93 da United Airlines, também sequestrado, caiu em
Shanksville, na Pensilvânia.
Depois de encerrada a cerimônia, as famílias das
vítimas poderão pela primeira vez visitar o Memorial do 11 de Setembro,
construído no Marco Zero, que será aberto ao público a partir de
segunda-feira.
Diversos outros eventos serão realizados neste
domingo para marcar os dez anos dos atentados. Após deixar Nova York,
Obama acompanha ainda as cerimônias em Shanksville e no Pentágono.
Em Nova York, além da programação oficial, a
passagem da data é lembrada também com diversas homenagens, exposições e
instalações que podem ser vistas em museus, igrejas e nas próprias ruas
da cidade.
Fonte: BBC Brasil
A Breve Opinião:
O objetivo desse post não é esgotar o assunto, afinal tem desmembramentos diversos, praticamente em todo o mundo e em todas as áreas de atuação dos seres humanos. Os atentados colocaram os Estados Unidos e, por tabela, o mundo inteiro em um estado de alerta constante, porque foi como se os terroristas dissessem: "Fizemos e somos capazes de fazer novamente e ainda fazer pior". A partir desse dia, todo grande evento fica cercado de cuidados. Existem diversas teorias da conspiração, algumas inclusive bastante plausíveis, porém nos atemos aos fatos, mesmo sabendo que a história acaba sendo contada segundo a versão dos vencedores (ou dos detentores dos grandes meios de comunicação).
Temas relacionados a atualidade que podem aparecer na prova:
Muitos desses temas estão nas postagens anteriores, o nosso blog procura diariamente debater as principais notícias tanto no Brasil quanto no mundo, mas segue agora alguns links que trazem notícias relacionadas aos assuntos:
Além desses temas, importante prestar atenção aos 50 anos do Muro de Berlim, a lembrança de Hiroshima e Nagasaki, AlQaeda, MST e o caso do assassinato da juíza Patricia Acioli.
Nos posts anteriores desse blog tem informações sobre muitos desses temas, vale a pena visitar, de qualquer forma seguem esses links que servem apenas para dar uma noção do assunto, sendo necessário o aprofundamento.
Amanhã, milhares de jovens vão tentar ingressar em uma das faculdades mais conceituadas do Brasil. Segue agora um resumão de alguns dos temas ligados à geografia que podem cair na prova de ciências humanas e suas tecnologias:
Globalização - Trata-se de um tema de presença quase certa, pela facilidade de elaborar questões atuais. A força das redes sociais, a importância dos meios de transporte e de comunicação para a interligação dos povos, a padronização do consumo, a homogeneização dos comportamentos e as correntes contrárias de valorização da cultura local precisam ser levados em consideração. Desconcentração industrial e questões relacionadas a flexibilidade da produção costumam marcar presença. Os problemas ambientais globais como o aquecimento global, a questão do lixo e dos poluentes também devem marcar presença pois são questões que articulam a geografia física e a geografia humana e podem se relacionar com outras disciplinas com mais facilidade.
Geografia Urbana e Meio ambiente - Questões referentes à habitação como a especulação imobiliária principalmente em um estado como o Rio de Janeiro que vai receber grandes eventos nos próximos anos, além de cidades como Itaboraí que irão receber investimentos maciços para abrigar o Comperj. A favelização é outro tema comum e muitas vezes associado com a violência e com a questão de ocupação irregular das encostas que muitas vezes levam a deslizamentos de terra. A relação entre o desmatamento da Mata Atlântica e o crescimento das cidades ainda pode ser uma boa pedida, apesar de ser um tema batido. O crescimento vertical das cidades e sua associação com as Ilhas de Calor, ampliação do efeito estufa e a ocorrência de chuvas ácidas. É importante entender o "Novo Código Florestal"
Geografia Agrária - O "Novo Rural Brasileiro" onde as pessoas que residem em áreas rurais cada vez mais se envolvem com atividades não relacionadas a agropecuária, como por exemplo: pedreiros, motoristas, caseiros, domésticas, guias turísticos e muitos outros. O campo cada vez mais submisso a cidade, produzindo cada vez mais apenas o que a cidade necessita. Questões fundiárias que ainda não foram recebidas podem marcar presença nessa prova, afinal recentemente o MST recebeu muitas críticas, por invasões e saques, mas foram defendidos por parte da população que considera um ataque aos movimentos sociais.
População - Os dados referentes ao Censo 2010 estão disponíveis e a análise de alguns desses dados podem ser cobrados nessa prova. As teorias demográficas (Malthusianismo, Neomalthusianismo, Ecomalthusianismo, Reformistas) muitas vezes são revisitadas, vale a pena dar uma olhada nesse conteúdo.
Rio de Janeiro - SEMPRE, a UERJ gosta de focar questões ligadas ao Rio de Janeiro. Vale a pena estudar questões relacionadas a infraestrutura, favelização, produção de petróleo, grandes eventos (inclusive MMA, Rock in Rio e Bienal do livro), deslizamentos de encostas, espaço agrário do Rio de Janeiro, grandes obras tanto ligadas a infraestrutura quanto paisagística e atrativos turísticos.
Geopolítica - Os inúmeros conflitos tanto os iniciados nos dias atuais, como é o caso da Líbia por exemplo, quanto os que vem de longa data como Israel-Palestina, Somália e Chechênia só para citar os de mais destaque.
Fenômenos Geológicos e climáticos - Terremotos, vulcanismo, Tsunamis, enchentes, secas...
Esses são os grandes temas, no próximo post, alguns fatos da atualidade onde esses temas podem ser aplicados.
Ministro anuncia R$ 1,5 bilhão em quatro anos para pesquisa em saúde
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quinta-feira
(8/9), durante encontro com pesquisadores, o investimento de R$ 1,5 bilhão
nos próximos quatro anos na área de pesquisa e produção tecnológica no
Brasil. Segundo ele, o Ministério da Saúde investirá em novos
tratamentos, medicamentos e vacinas para a população.
“Talvez o Brasil seja o único país do mundo que, no meio de uma crise
internacional, ousa fazer um anúncio de investimento tão potente. O
orçamento é quatro vezes maior do que o aplicado nos últimos oito anos
de pesquisa de inovação tecnológica”, afirmou Padilha.
De acordo com informações do Ministério da Saúde, os recursos, que
foram remanejados dentro do orçamento da pasta, serão aplicados em ações
definidas no Plano Plurianual 2012-2015. Objetivo, segundo o governo, é
alinhar a pesquisa nacional às necessidades da saúde do país.
“A principal causa de mortalidade no nosso país hoje são as doenças
cardiovasculares. Que as universidades possam descobrir tratamentos,
programas para reduzir mortalidade de doenças como hipertensão e
diabetes”, exemplificou o ministro. Segundo ele, investimento para
produção de vacina contra a dengue também está entre as prioridades.
Padilha disse que os recursos também servirão para avaliar as políticas
públicas implantadas. “Veremos se as nossas iniciativas estão corretas.
Por exemplo, lançamos o programa academia da saúde. Onde foi colocada,
nossos estudos mostram que ela colabora para reduzir em 50% o uso de
antiflamatórios na população. Poderemos avaliar se esse é um resultado
que acontece no país inteiro.”
Fonte: Portal G1
A Breve Opinião:
Investir em pesquisas é muito bom, principalmente nas que vão trazer inovações na prevenção de problemas de saúde. Sabe-se que prevenir é melhor do que remediar. Ponto positivo para o governo, mas ainda é pouco, precisamos de cada vez mais.