Roberta Medina, filha do propulsor do Rock in Rio, tinha apenas seis anos na primeira edição do festival,
em 1985. "Lembro que me perdi no meio das obras, e gostava de brincar
com aqueles óculos escrito ‘rock’ e de passar gel no cabelo", disse para
O Dia Online, e hoje controla o império de seu pai, Roberto Medina, que
passou em 2001 o reino do Rock para ela.
A menina que tocava piano agora se deixa contagiar pelo som da bateria.
"Mais recentemente, aprendi a tocar bateria. É muito difícil coordenar
pés e mãos, mas comprei uma da marca Pearl e até que me saí bem!"Para
comandar o festival, Roberta teve que aprender na prática quando o pai
da moça a colocou no comando. "Foi na edição de 2001, ele enlouqueceu:
me colocou como coordenadora de produção sem eu saber nada do assunto.
Foram nove meses sem vida social, só lendo contratos e acertando
pagamentos", e ela se saiu muito bem, também se mostrou muito competente
tomando as rédeas do evento. "Os contratos traziam cláusulas
inacreditáveis, como a que proibia o Ozzy Osbourne de comer morcego no
palco. O Prince pediu 500 toalhas, que acabaram lá em casa, ficamos anos
usando. O caso mais curioso que passei foi quando o Paul McCartney pediu para não venderem carne no festival, em Lisboa, o que acabei conseguindo contornar". Apesar
do jogo de cintura para contornar Paul McCartney, ainda existe uma meta
que ela não atingiu: trazer Robbie Williams para o Rock in Rio!
Mas como o cantor resolveu não retornar ao seu antigo grupo Take That e
passou a planejar uma nova turnê mundial, as possibilidades parecem bem
favoráveis à sua presença no próximo Rock in Rio.
Fonte: Portal Terra
Algumas Lembranças:
A Opinião:
Amanhã começa mais um mega evento na cidade que cada vez mais se especializa nessa área. Nos mega eventos que ocorrem no Rio de Janeiro, todos os detalhes são planejados e isso, somado a euforia do público leva ao sucesso. Aproveitem, divirtam-se, mas não esqueçam de cobrar atitudes políticas que tragam benefícios a população a longo prazo.
Que a cidade maravilhosa não se limite a prazeres de fim de semana e sim que seja um prazer viver nela. Que não camuflem os problemas de mobilidade urbana, saúde, educação, segurança, mas que se resolvam de vez, para que o sucesso não fique apenas nos mega eventos, mas que seja duradouro.
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