Leitura sem fronteiras - Tradutor

Mostrando postagens com marcador PT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PT. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A Privataria Tucana


O Fato (?):

"A Privataria Tucana" entra no ranking de livros mais vendidos pela web

Lançado em 9 de dezembro deste ano, o livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., alcançou o topo do ranking de livros mais vendidos do site especializado em mercado editorial PublishNews. O site contabiliza as vendas de 12 livrarias –Argumento, Cultura, Curitiba, Fnac, Laselva, Leitura, Martins Fontes SP, Nobel, Saraiva, Super News, Travessa e da Vila.
A obra aponta supostas irregularidades nas privatizações ocorridas durante os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). O livro afirma também que amigos e parentes de José Serra mantiveram empresas em paraísos fiscais e movimentaram milhões de dólares entre 1993 e 2003.
Entre 12 e 18 de dezembro --última contabilização--, foram vendidos 9.032 exemplares do livro, que ficou atrás somente da biografia de Steve Jobs, de Walter Isaacson (17.784 unidades vendidas), da ficção “As esganadas”, de Jô Soares (16.150), e de “O Cemitério de Praga”, do semiólogo italiano Umberto Eco (9.083).
Na semana anterior (5 a 11 de dezembro), foram vendidos 2.414 exemplares do título em três dias, já que a obra foi lançada no dia 9.
Segundo a Geração Editorial, que publicou o livro, a primeira edição teve uma tiragem de 15 mil exemplares, que se esgotou na editora. Foram reimpressas 60 mil unidades, já que, de acordo com a Geração Editorial, cerca de 50 mil já tinham sido vendidos às livrarias antes de o lote checar à editora.
A Fnac afirmou que os exemplares da primeira edição do livro se esgotaram em três dias, e que o principal canal de vendas foi a internet. Uma nova encomenda foi feita no mesmo dia, mas os livros sumiram das prateleiras em três dias. Quanto à segunda edição, que chegou às lojas no último dia 16, a Fnac informou que 25% dos exemplares já tinham sido comprados por clientes na pré-venda.
A livraria comparou as vendas de “A Privataria...”, nos primeiros dias após o lançamento, às de grandes apostas editoriais do ano, como a biografia de Jobs e o último livro de Jô Soares. Assim como o próprio autor, a Fnac atribui a grande procura pelo livro à repercussão dada ao título nas redes sociais.
Já Saraiva afirmou que, para um período de cinco dias, o livro bateu o recorde histórico de encomendas na Saraiva.com. A empresa aponta que as vendas foram impulsionadas pelo destaque que o título ganhou nas redes sociais. Na Livraria da Folha, a obra foi a mais vendida entre todas as categorias na semana de 19 a 26 de dezembro.
O autor se disse surpreso com a vendagem. “Ninguém esperava. Os editores não esperavam, as livrarias não esperavam”, disse. “As redes sociais têm participação importante. Hoje já não se precisa mais de repercussão em programas de TV, em grandes veículos”, afirmou.
Fonte: Primeira Edição

Duas visões distintas sobre o livro:




A Opinião:


Um livro que desperta polêmica. Não sei ainda se pelo seu conteúdo, pois ainda não li, ou pelo excesso de propaganda.
Fato é que o povo brasileiro, que andava anestesiado e aceitava todo tipo de corrupção, começa a abrir os olhos e participar mais da vida política do país, mesmo que a passos lentos.
As privatizações precisam ser bem-feitas e fiscalizadas para que os bônus sejam superiores aos ônus.
No governo do PSDB é fato que as privatizações modernizaram o país e permitiram que o Brasil recebesse muitos investimentos até hoje, mas a que custo isso foi alcançado? Teria outra maneira de acelerar o desenvolvimento do Brasil?
É importante rever sim a forma como as privatizações foram realizadas para não repetir os erros no futuro, porém mais importante ainda é evitar que os erros do PSDB não sirvam como propaganda política do PT em um jogo cada vez mais sujo e fedorento que resume a disputa presidencial no nosso país a dois partidos e uma série de partidos parasitas enfraquecendo demais a democracia no Brasil.

 

sábado, 3 de setembro de 2011

Controle da mídia


O Fato:

Cúpula do PT defende controle da mídia

O comando do PT elaborou documento em que ataca a imprensa e defende o controle da mídia no Brasil.
No texto, apresentado na quinta-feira à Executiva Nacional como proposta de resolução para o 4º Congresso do partido, o PT defende o fim da propriedade cruzada em veículos de comunicação, a “democratização” da mídia e a “quebra do monopólio”.Apesar disso, o partido sustenta que é contra qualquer tipo de censura.
A Folha apurou que o governo tende a encampar o veto à propriedade cruzada de meios de comunicação. A ideia seria acionar o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para obrigar grupos que têm várias plataformas a se desfazer de parte das concessões.
A resolução preliminar diz que a falta de um marco regulatório e a concentração do domínio midiático “tolhem a democracia”, “silenciam” e “marginalizam”, “criando um clima de imposição de uma versão única no país”.
Em tom bem mais agressivo do que o do 3º Congresso, de 2007, o texto condena “certos veículos que flertam com mecanismos ilegais”.
O partido afirma que, após participar de “conspiração que tentou derrubar, sem êxito, o PT e Lula”, setores da mídia lideram agora “campanha pela faxina” no governo.
Falcão – O presidente nacional do PT, Rui Falcão, que está condensando o texto, lembrou em entrevista que o ex-ministro Franklin Martins (Comunicação Social) já apresentou proposta semelhante no governo Lula.
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT-PR), que participará do encontro, disse à Folha que essa não é a pauta do governo:
“É insensato. Lutamos para escrever na Constituição que não pode haver controle prévio e censura”.
Segundo Bernardo, a Lei Geral de Telecomunicações, em discussão no ministério, regula a concessão de emissoras de rádio e TV, mas não de jornais, revistas e internet.
O secretário de Comunicação do PT, André Vargas (PR), porém, diz que o partido não vai se curvar ao governo. Para ele, “a sociedade pode resolver constituir um conselho” para controlar a mídia impressa e a internet.Com 109 pontos, o documento busca proteger a imagem do ex-presidente Lula e minimiza a ideia de que Dilma é mais rigorosa no combate à corrupção.
“Nunca antes na história deste país a corrupção foi combatida com tanta profundidade, sem protecionismos partidários, como nos governos Lula e Dilma”, afirma o documento.
O texto aponta a luta contra a corrupção como “compromisso inarredável do PT e do governo” e diz que a oposição não tem credibilidade para pregar uma “faxina”.

Fonte: Folha de São Paulo

O Debate:

De fato os brasileiros não querem direitos e sim privilégios. A discussão sobre o controle da imprensa é válida sim, mas me pergunto, porque não controlar a imprensa durante o tempo em que estiveram favoráveis ao governo? Porque durante a campanha política o PT podia ter muito mais tempo que os outros no horário eleitoral gratuito? Engraçado como todo debate no Brasil só ocorre de acordo com a conveniência do grupo que está no poder

Querem controlar a mídia? É simples, basta investir muito em educação e o próprio povo trata de filtrar as informações. Escolher a pauta é uma forma de tolher a liberdade de imprensa e daí para a censura é um pulo.

Se a mídia está exagerando, basta permitir ao povo realizar esse julgamento e principalmente, prepará-lo para tal. A atitude do PT é a de quem já foi pedra e agora é vidraça. Que o povo decida o que assistir e quando assistir, o filtro precisa ser individual e não partir de quem controla o governo no momento.