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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Dilma é a segunda mãe mais poderosa do mundo


O Fato:

Dilma é segunda mãe mais poderosa do mundo, diz Forbes




A revista norte-americana Forbes divulgou nesta sexta uma lista das 20 mães mais poderosas do mundo. Nela, a presidente brasileira, Dilma Rousseff, aparece em segundo lugar, atrás apenas da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, e na frente de Indra Nooyi, executiva-chefe da PepsiCo.
No perfil, a Forbes destaca que Dilma, 64 anos, é divorciada e tem apenas uma filha. Paula Rousseff Araújo nasceu em 1976 e é mãe do pequeno Gabriel, que nasceu durante a campanha presidencial de Dilma, em setembro de 2010. A lista da revista é divulgada em homenagem ao Dia das Mães, que tanto nos EUA quanto no Brasil é celebrado no segundo domingo de maio.
"Mães poderosas precisam desenvolver estratégias únicas para ter sucesso tanto nas salas de reunião quanto nos quartos de brinquedos", lembra a Forbes. "Muitas das mães da lista reconheceram publicamente as dificuldades decorrentes de ser mãe e profissional".


A Breve Opinião:

Pesquisas a parte, não existe um ser mais maravilhoso do que uma mãe. Ela descobre que possui qualidades que nunca imaginou possuir, tem todas as respostas mesmo fugindo do convencional e do científico. Todas são poderosas, merecem carinho e respeito. As mães têm paciência para nos aguardar por 9 meses, mesmo recebendo muitos chutes. Acompanha cada passo da nossa vida e registra com carinho através de fotos, vídeos, copiando em um caderninho e principalmente na memória. Além de tudo isso existe uma fonte da juventude que só elas enxergam, porque por mais velho que você esteja, sempre continuará sendo o bebê da mamãe. Domingo é o dia de dar presente, todos os outros dias são dias de dar amor, carinho e deixá-las com orgulho. 
Façam o mínimo por quem sempre foi o máximo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Boa notícia na bienal do livro



O Fato:

Dilma anuncia R$ 36 milhões para incentivar produção de livros a R$ 10

A presidente Dilma Roussef anunciou na tarde desta quinta nesta quinta-feira (1º) na 15ª Bienal do Livro no Rio de Janeiro o programa do livro popular que pretende incentivar a produção e comercialização de publicações mais baratas. O objetivo do projeto é levar para as livrarias e bancas de jornais exemplares que custem até R$ 10. Coordenado pela Fundação Biblioteca Nacional, o programa prevê investimentos de R$ 36 milhões do Fundo Nacional de Cultura. Para Dilma, o projeto vai despertar nos brasileiros o interesse pela leitura.

- O livro seja em papel ou digital é um bem de todo brasileiro. Além das bibliotecas públicas, os brasileiros têm o direito de ter os seus livros para ler em casa.


Dilma, após a cerimônia, aproveitou para visitar parte alguns estandes da Bienal. 
O ingresso para a Bienal deste ano custa R$ 12. Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia-entrada. Professores e bibliotecários têm acesso gratuito. Mas, para isso, o visitante deve se cadastrar no site do evento e levar um documento de identificação e comprovante de profissão para a feira. 
Fonte: R7
A Opinião:

Incentivar a leitura é uma medida que merece elogios, ler é essencial, além de ser um prazer que nem todos ainda descobriram. A bienal do livro no Rio de Janeiro é um evento que faz sucesso há bastante tempo, o que prova que as pessoas gostam de ler sim, desde que obviamente seja algo de interesse e que não sejam pressionadas.
Essa medida do governo pode tornar alguns livros mais acessíveis e assim despertar a vontade de ler do povo brasileiro. O leitor passa a escrever com menos erros, possui novas ideias para discutir e não fica tão dependente das informações das redes de televisão.
Visitem a bienal, comprem livros, criem o hábito de ler e incentivem os mais novos a iniciarem as leituras. O livro é um ótimo companheiro para diversas horas.


 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Erradicação da pobreza


O Fato:

Para Dilma, pobreza é crise mais permanente do país


A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, ao lançar o seu prometido plano para erradicar a miséria, que a pobreza crônica é "a crise mais permanente" que assola o Brasil.
"Não podemos nos esquecer da crise mais permanente, mais desafiadora e mais angustiante, que é termos a pobreza crônica neste país", disse a presidente durante lançamento do programa Brasil sem Miséria.
Promessa de campanha de Dilma, o plano tem o objetivo ousado de retirar cerca de 16,2 milhões de pessoas da extrema pobreza e pretende reunir transferência de renda e acesso a serviços públicos nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica.
Durante a cerimônia, Dilma mencionou as políticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para reduzir as desigualdades, como o Bolsa Família, e seu impacto na economia do país.
"A ascensão social desses milhões de brasileiros diminuiu a desigualdade, sem sombra de dúvida, mas também ampliou o nosso mercado interno, tornou o nosso país mais sustentável, e acelerou nosso desenvolvimento econômico", disse Dilma a uma plateia de centenas de convidados, entre eles ministros, governadores, prefeitos e o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick.
Segundo Dilma, o Brasil provou que a melhor forma de crescer é com a distribuição de renda.
"E provou também que a melhor política de desenvolvimento é o combate à pobreza", disse.
Fonte: Reuters Brasil (Reportagem de Jeferson Ribeiro e Hugo Bachega)

A opinião:

Dar o peixe sempre foi mais fácil do que ensinar a pescar. O Brasil sempre pensou a curto prazo, assim, além do povo brasileiro ser um povo sem memória, também é sem paciência. O povo quer respostas rápidas, ainda que sejam apenas paliativos e não soluções definitivas.
Resolver o problema da pobreza através da ampliação do acesso a serviços públicos. Na teoria é lindo, ninguém discorda dessa afirmação, todos somos  iguais perante a lei (?).
Mas pena que o que vale são números e as preciosas estatísticas, que podem até ser reais, mas são extremamente tendenciosas. O Brasil quer mostrar ao mundo uma evolução, ainda que para isso precise colocar uma gigantesca cortina de fumaça para encobrir os menos favorecidos.
Parece que a única pobreza que se quer resolver no Brasil é a falta de dinheiro, esquecem que antes é necessário solucionar a pobreza de espírito. A falta de caráter daqueles que desviam verbas destinadas a saúde e educação de milhares de brasileiros para poder manter uma vida de luxo e serem paparicados e idolatrados por pessoas enfeitiçadas com o que o dinheiro pode comprar.
Assim, o Bolsa Família será suficiente para garantir dignidade? O sistema de cotas resolve o problema de acesso às Universidades do Brasil? Os livros com erros de português acaba com o preconceito aos que não conseguem falar um português correto? 
Apesar dessas questões, queremos e temos que acreditar que o Brasil vai erradicar a pobreza um dia. Sim, juntos vamos conseguir, mas não sem antes valorizar o próximo pelo que ele é e não pelo que possui.

"A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte."

O debate:

Você acredita que "Brasil sem Miséria" terá o mesmo fim do "Fome Zero"?