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domingo, 2 de junho de 2013

Hollywood? Ainda não!




Hollywood? Ainda não! 

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Superando-se a cada dia, a indústria cinematográfica de nosso país ainda enfrenta muitas dificuldades. Mas estamos chegando lá!
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Há quem ainda torça o nariz quando falamos sobre o Cinema Brasileiro. Pouquíssimo tempo atrás, ainda que visitássemos as mais completas salas de exibição do país, dificilmente encontraríamos um filme que sustentasse o nome do Brasil entre as grandes produções americanas, que batem recorde de audiência aqui.
Nos últimos anos, contudo, temos evoluído bastante nesse sentido. Sim, ainda importamos dezenas (talvez centenas) de produções hollywoodianas por ano, mas começamos a desenvolver Longa Metragens que têm chamado a atenção dos brasileiros.
Esses filmes estão longe de serem chamados de superproduções – geralmente são comédias, ou mostram características próprias do nosso país, como o Carnaval, o Futebol, a vida nas Favelas, e etc. –, mas demonstram que já há um olhar para o cinema nacional.
Tivemos nosso primeiro filme em 3D, o “Brasil Animado”, é verdade. Mas o destaque está mesmo em outras tramas, como “Se Eu Fosse Você” 1 e 2, “Cilada.com” e “Até Que a Sorte nos Separe”, que bateram recorde de bilheteria graças ao gosto dos brasileiros por comédia. Isso, é claro, sem falar da divulgação massiva na mídia.
Filmes como “Rio”, que mostram a realidade brasileira, ainda são produzidos lá fora, pois não temos tecnologia para isso.
Tão grande é o déficit no cinema que exportamos talentosos profissionais para outros países. Carlos Saldanha (Aquele mesmo de “A Era do Gelo” e de “Rio”) poderia ter feito muito sucesso aqui, no Brasil, se tivesse espaço para isso.
 Como se não bastasse a falta de tecnologia, ainda temos o olhar reprovador dos brasileiros quanto a filmes nacionais. Não culpo essas pessoas pelos olhares, apenas peço que olhem novamente. Um novo horizonte se abre diante de nós, com produções como “Xingu”, ou mais recentemente o filme “Somos Tão Jovens”, ambos com fortes características biográficas, mas bem diferentes do verdadeiro açougue que tínhamos antes.
Talento não falta no Brasil. Temas, menos ainda. O que falta é espaço para que essas duas características se desenvolvam completamente. E um dia, ao invés de narizes torcidos, talvez tenhamos lágrimas nos olhos (DE ALEGRIA, É CLARO) ao ver um filme nacional.

*Por Kaio Rodrigues




segunda-feira, 20 de junho de 2011

Beleza é fundamental?

O Fato:

Beautifulpeople.com exclui 30 mil usuário considerados feios



A última da internet causou indignação por algumas pessoas; o site  de relacionamentos Beautifulpeople.com que foi criado somente para pessoas bonitas, excluiu 30 mil pessoas cadastradas que segundo o site foram admitidas por engano.
Conforme um dos responsáveis pelo site comunicou  que a culpa por todo esse problema teria sido um vírus denominado Shrek, onde o programa teria permitido a vários usuários entrar no site e se cadastrarem sem antes serem avaliados pelo teste de beleza. Entre os 30 mil excluídos do site, 2.911 eram brasileiros.
De acordo com o diretor do site, Greg Hodge, falou que, “Ficamos desconfiados quando dezenas de milhares de novos membros foram aceitos, muitos dos quais não eram exatamente uma pintura... a empresa lamenta sinceramente pelas pobres pessoas que foram incorretamente aceitas em nosso site e que acreditaram, ainda que por pouco tempo, que eram bonitas”.
Agora a empresa investiga um de seus ex-funcionários pelo erro.

As imagens:

Antes e depois da fama:








A Opinião:

Muito se fala em preconceito contra o homossexual, contra o negro, contra o pobre, mas não se ouve falar sobre o preconceito contra aqueles que não possuem a beleza exigida pelos padrões da sociedade.
O site beautifulpeople.com pediu desculpas as pessoas feias que foram excluídas e lamentou profundamente o fato dessas pessoas terem acreditado em algum momento que eram bonitas. Absurdo!
No mundo atual, a aparência conta bastante, "compra-se" as pessoas pelo seu "rótulo", o conteúdo importa menos e quem faz a festa é a indústria da beleza, maquiagens em geral, cirurgias plásticas, academias, salões de beleza, centros de estética, lojas de roupa enfim...tudo o que pode ser utilizado para criar uma beleza exterior que facilite a vida pessoal e profissional das pessoas.
E o talento? Tem ficado em segundo plano?
É importante cuidar da aparência sim, mas sem narcisismo. Não se deve favorecer uns por serem mais "bonitos" e muito menos menosprezar outros por serem "feios".
O caráter conta, e são as pessoas com caráter que tornam o mundo melhor, independente da aparência física que possuem.


O Debate:

Na sua opinião, beleza é fundamental?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Cotas Raciais

Sade - Why can't we live together
 
 
 
Tradução da música:
Por Que Não Podemos Viver Juntos?
 
Diga-me por quê, diga-me por quê
Por que não podemos viver juntos?
Diz pra mim por quê
Por que não podemos viver juntos?
Todo mundo quer viver junto
Por quê não podemos estar juntos?
Sem guerra, sem guerra, sem guerra
só um pouquinho de paz
Nós só queríamos que as guerras acabassem
e um pouco de paz no mundo
Todo mundo quer viver junto
Por que não podemos viver juntos?
Não importa qual a tua cor
você é meu irmão
É como eu disse, não importa a tua raça
você é meu irmão
Todos querem viver juntinhos
Por que não podemos viver juntos?
Todo mundo quer viver
Todos chegaram a estar juntos
todos querem viver
Todos chegaram a estar juntos
Todo mundo chegou a unir-se
Todo mundo quer estar unido
Não importa a tua cor
você é meu irmão
Não importa mesmo a tua raça
Você é meu irmão
Todos querem viver unidos
Por que não podemos viver juntos?
viver juntos
Juntos!
 
Um dos muitos fatos:

Moda volta a discutir cota racial em desfiles

Após declarar dificuldades para montar um elenco 100% negro e reacender a polêmica da inclusão racial na moda, Oskar Metsavaht, da Osklen, levou ontem 11 modelos negros, do total de 37 de seu desfile, à passarela da São Paulo Fashion Week. "Não encontrei número suficiente de negros com o perfil da Osklen. Este não é um desfile panfletário e muito menos de protesto."
Metsavaht soube que este é o Ano Internacional da Afrodescendência no Mundo e resolveu comemorar a data na SPFW. "Queria só modelos negros por questão estética. Ficaria lindo na passarela", disse.
Não completou todo o casting, mas chegou a 30% - bem mais do que os 10% que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela São Paulo Fashion Week em 2009, exigia. E ainda um pouco mais do que os 20% que a ONG Educafro reivindica. Mas a Osklen está longe de representar a realidade.
O TAC tinha validade de dois anos e expirou há menos de um mês. Determinava que, se estilistas não levassem ao menos 10% de negros aos desfiles, a SPFW pagaria multa de R$ 250 mil. O manifesto que a Educafro fez na porta da Bienal na segunda-feira pedia que o TAC fosse renovado e a "cota" dobrasse.
"Queremos abrir mercado a brasileiros afrodescendentes. A SPFW não está na Suíça, mas em um país de maioria negra", diz Frei David Santos, diretor da ONG. Oskar não fala em porcentagem, mas defende a cota. "Antes era contra, pois não acho que isso deveria ser imposto. Hoje, sou a favor. Se para trabalhar pela inclusão e pelo fim da discriminação é necessário impor a cota, então que haja cotas."
Paulo Borges, organizador do evento, argumenta que são as marcas que escolhem seus modelos e a SPFW não tem poder para cobrar que incluam negros, índios ou qualquer outro tipo de profissional. Por meio da assessoria, disse que, embora o TAC tenha expirado, ele voltou a recomendar a cota. E sua posição sobre o tema é clara, inclusive por ter adotado um filho negro

 A Opinião:

Separar as pessoas por cotas e obrigar por força da lei que cada raça tenha o seu espaço. Chamam isso de inclusão, de reparação a um mal feito ao povo negro que tanto sofreu em um passado infeliz na história da humanidade.

A humanidade muitas vezes se comporta de maneira estúpida. No tocante a separação da raça humana em diversas outras raças, delegando a uma ou outra maior importância, é um dos maiores exemplos de estupidez que a humanidade acompanha ao longo de gerações.

A mensagem é simples: Por que não podemos viver todos juntos? Sem privilégios para nenhum lado. O sistema de cotas pode ampliar a segregação, os que se sentem lesados, e que muitas vezes não possuiam preconceito racial, podem passar a desenvolver esse preconceito.

Cotas para negros em desfile, como se o negro fosse feio. Cotas para negros nas universidades, como se o negro não tivesse capacidade idêntica a de outras raças. Pra que fragmentar a humanidades em cotas, dividir as raças em seguimentos, será que existe a raça superior ou inferior? 

Vale a pena respeitar as diferenças, todos somos seres humanos. Vale a pena amar o próximo e, principalmente, é necessário deixar essa estupidez chamada preconceito racial apenas na parte ruim dos livros de História. 

Eu fico com a pureza da resposta das crianças:

O Debate:

Você é a favor das cotas raciais?

Em relação a raças, você sofre preconceito ou é preconceituoso?