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domingo, 6 de novembro de 2011
Cartão de crédito pré-pago
O Fato:
Uma forma de crédito lançada desde o primeiro semestre deste ano está se consolidando no Brasil e vem, agora, focar principalmente as cerca de 50 milhões de pessoas as quais o Banco Central estima que não possuem conta bancária e também os 55% da população economicamente ativa brasileira que ainda recebem mensalmente o salário em espécie. Trata-se do cartão de crédito pré-pago.
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Poluição do ar e problemas para a saúde
O (preocupante) Fato:
Estudo sueco relaciona poluição com endurecimento das artérias
Os contaminantes químicos presentes no meio ambiente foram vinculados
pela primeira vez ao endurecimento das artérias, condição que pode
provocar ataques cardíacos e apoplexias, segundo um estudo sueco
publicado esta terça-feira nos Estados Unidos.
Há tempos se sabe
que substâncias tóxicas cujo efeito no ambiente é de longa duração, como
as dioxinas, os bifenis policlorados (PCB) e os pesticidas se acumulam
no tecido adiposo do corpo e no interior das paredes dos vasos
sanguíneos.
Mas o estudo publicado na revista americana
Environmental Health Perspectives é o primeiro a analisar a relação
entre o tipo de exposição aos poluentes e a probabilidade de sofrer de
arteriosclerose.
O estudo mediu os níveis destes componentes
químicos em 1.000 suecos residentes na cidade de Upsala (sudeste) e os
níveis de arteriosclerose na artéria carótida, utilizando tecnologia de
ultrassom.
Os cientistas descobriram que aqueles com maiores
níveis de contaminantes circulando no sangue eram mais propensos a
sofrer um endurecimento das artérias e a ter sinais de acúmulo de
gordura nas paredes dos vasos sanguíneos.
"Estas descobertas
indicam que os tóxicos ambientais de vida longa orgânica podem estar
implicados no aparecimento de arteriosclerose e, portanto, levar no
futuro à morte devido a doenças cardiovasculares", explicou Lars Lind,
professor do departamento de ciências médicas da Universidade de Upsala.
Os
países industrializados tendem a ter o maior número de casos de doenças
cardiovasculares, cuja causa principal é o endurecimento das artérias.
Os fatores de risco incluem dietas ricas em gordura, tabagismo, diabetes e pressão alta.
Apesar
de muitos contaminantes atualmente serem regulamentados ou proibidos em
todo o mundo, eles podem permanecer no ambiente por décadas, explicou
Monica Lind, co-autora do estudo e professora associada de Medicina
Ambiental do Instituto Karolinska.
"Na Suécia e em muitos países
do mundo muitas destas substâncias são proibidas hoje, mas porque sua
vida é longa ainda persistem no nosso ambiente", disse Lind.
"Nós
ingerimos estas substâncias tóxicas com os alimentos que comemos e
enquanto são armazenadas no nosso corpo, seus níveis aumentam à medida
que envelhecemos", acrescentou.
A equipe planeja analisar em breve
a existência de algum vínculo entre a presença dos contaminantes no
sangue e a incidência de apoplexias e ataques cardíacos.
Fonte: AFP
A Opinião:
"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido." (Dalai Lama)
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido." (Dalai Lama)
Não tive como encontrar outra forma para começar a falar sobre os riscos que a poluição traz para a saúde. A frase do Dalai Lama sintetiza bem o que está acontecendo, vários alertas foram dados, mas a produção e o consumo sequer diminuem e os que produzem ou mesmo os consumistas não estão nem um pouco preocupados com isso.
Acima é possível observar quantas doenças podem ser causadas e/ou agravadas pela poluição atmosférica. Mas quem se importa? Afinal, poluindo é que se ganha dinheiro para poder comprar a saúde que perdemos com o excesso de poluentes. Parece que o Homo Sapiens está dando lugar ao Homo Ignorants.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Cartão de débito
O Fato:
Turistas gastam US$ 1,3 bilhão com bandeira Visa no exterior
Os gastos dos turistas brasileiros em compras no exterior superaram as despesas com hospedagem e somaram US$ 1,3 bilhão apenas com cartões da bandeira Visa no ano passado, um crescimento de 73% em relação a 2009.
Os segmentos com maior crescimento foram lojas de eletrônicos,
alta de 90% e gastos de US$ 307 milhões, lojas de departamentos, com
elevação de 78%, para R$ 290 milhões, e lojas de material esportivo,
acréscimo de 69%. Os gastos com hospedagem atingiram US$ 565 milhões,
alta de 53%, segundo pesquisa "Perspectivas do Turismo: Brasil".
Ao
todo, os brasileiros gastaram no exterior um volume de US$ 4,8 bilhões
em cartões da Visa em 2010, 58% a mais do que no ano anterior. Os
Estados Unidos foram o destino preferido dos brasileiros, onde os
turistas gastaram US$ 1,9 bilhão, um crescimento de 63%. A Argentina
aparece em segundo lugar, com US$ 410 milhões, um crescimento de 109% em
relação ao volume de 2009. Em seguida aparecem França (US$ 289
milhões), Paraguai (US$ 217 milhões) e Itália (US$ 207 milhões).
Os
estrangeiros, por sua vez, gastaram no Brasil 12% a mais no ano
passado, comparativamente a 2009: ao todo, US$ 2,1 bilhões em cartões da
Visa. Mais da metade desse valor (US$ 1,2 bilhão) foi gasto no Rio de
Janeiro e em São Paulo. No ano passado, as despesas dos estrangeiros em
hospedagem somaram US$ 282 milhões, um crescimento de 24% em relação a
2009.
Também se destacaram os gastos com varejo (US$ 256 milhões, alta de 5%) e restaurantes (US$ 137 milhões, alta de 20%).
Entre
os estrangeiros, os que mais gastaram no Brasil foram os americanos,
com US$ 480 milhões, um crescimento de 5%, seguidos pelos franceses, com
US$ 165 milhões, britânicos, com US$ 152 milhões, portugueses, com US$
129 milhões, e italianos, com US$ 126 milhões. Na sexta posição,
aparecem os angolanos, que gastaram US$ 113 milhões, alta de 94% em
relação a 2009.
De acordo com a presidente do Conselho de
Turismo e Negócios da Fecomércio-SP, Janine Pires, o estudo evidencia as
diferenças. "A viagem do brasileiro ainda é vinculada ao consumo de
bens, beneficiado pelo câmbio favorável. Já o estrangeiro tem seu gasto
muito ligado a restaurantes, hotéis e bens culturais."
Para
Janine, o estudo mostra a necessidade de desenvolver programas para
aumentar os gastos dos estrangeiros no Brasil. "Vendemos muito pouco
para os estrangeiros, que possuem pouca informação e conteúdo sobre o
que fazer aqui", afirmou.
Fonte: Dci
A Opinião:
As trocas comerciais estão cada vez mais complexas ao mesmo tempo em que surgem cada vez mais facilidades para comprar. O que parece um paradoxo nada mais é do que o capitalismo conseguindo meios de ampliar os gastos e a maleabilidade da moeda.
A cada ano que passa é possível ver o crescimento do uso dos cartões, tanto o de crédito, quanto o de débito, passando pelo vale transporte eletrônico e até mesmo pelo cartão telefônico. Tudo é dinheiro, as funções são as mesmas, ou seja, oferecer crédito aqueles que estão sem papel moeda ou níqueis no momento.
No começo as pessoas tinham vergonha de pagar pequenas compras com o cartão de débito, agora vejo pessoas comprando até mesmo doces, gastando menos de um real e usando o cartão de débito. Será mesmo mais prático e mais seguro.
O fato é que existem coisas que não voltam atrás, uma delas é o cartão de débito, cada vez mais utilizado. Não acredito no fim do dinheiro em papel moeda, dos níqueis e nem mesmo dos cheques. Acredito sim que no futuro surgirão ainda novas formas de oferecer crédito.
E vamos as compras
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