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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Dia mundial da Liberdade de Imprensa

O Fato:



ONU celebra o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa 

A ONU celebra nesta quinta-feira o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Em mensagem oficial, o secretário-geral da organização, Ban Ki-moon, disse que uma imprensa livre "dá às pessoas o acesso às informações que precisam para tomar decisões importantes".
Relembrando as recentes transformações políticas no Oriente Médio e no norte da África, Ban afirmou que as novas mídias tiveram um papel central na queda de regimes autocráticos na região. Segundo ele, essa nova realidade se reflete no tema do Dia Internacional desse ano: "Novas Vozes:  a Liberdade da  Mídia Ajudando a Transformar Sociedades".
A jornalista Beatriz Cardoso disse à Rádio ONU, do Rio de Janeiro, que uma imprensa livre é essencial para a democracia e para o desenvolvimento.
"Eu acho que a liberdade de imprensa é fundamental. Somente com uma imprensa livre é que a gente vai ter maior transparência da gestão do poder público principalmente no combate à corrupção, justiça social, melhor distribuição econômica, acesso à saúde.  E sem liberdade de imprensa, você não constrói esse desenvolvimento."
Mas segundo o secretário-geral da ONU, a liberdade de imprensa continua frágil.
Ele lembrou que, somente no ano passado, mais de 60 jornalistas foram assassinados no mundo inteiro, e muitos outros detidos ou censurados.
Ban falou ainda sobre a importância de que a violência contra profissionais da imprensa seja combatida com justiça.
Fonte: Jornal do Brasil

A Opinião:
Duas questões são extremamente importantes:
1- Até que ponto a imprensa tem realmente liberdade?
2- O que a imprensa anda fazendo com essa liberdade?
Essas duas questões levam a um debate eterno, pois muitos acreditam que a imprensa tem um poderio capaz de controlar a tudo e a todos. Outros já acreditam que a imprensa está de mãos atadas, chegando apenas até onde permitem que ela chegue.
Já em relação ao uso da liberdade por parte da imprensa, é possível observar que em geral a imprensa utiliza tudo o que pode até o ponto onde ela não sofra dano. É uma liberdade com medo. Até porque se extrapolarem, podem caminhar a passos largos para o abismo. 
A liberdade é necessária, mas comemorar liberdade hoje é apenas hipocrisia.

domingo, 6 de novembro de 2011

Cartão de crédito pré-pago


O Fato:

Cartão de crédito também na opção pré-pago

Uma forma de crédito lançada desde o primeiro semestre deste ano está se consolidando no Brasil e vem, agora, focar principalmente as cerca de 50 milhões de pessoas as quais o Banco Central estima que não possuem conta bancária e também os 55% da população economicamente ativa brasileira que ainda recebem mensalmente o salário em espécie. Trata-se do cartão de crédito pré-pago.
Com ele, a partir da contratação e o pagamento de algumas taxas, o consumidor poderá fazer uso de um sistema semelhante ao do celular pré-pago, ou seja, contratar uma quantia por determinado tempo para que dela sejam descontadas as compras realizadas com o dinheiro de plástico.
Neste semestre, no entanto, na busca por atingir as camadas mais baixas da sociedade, aquelas que ainda não são bancarizadas, os cartões private labels, ou cartões de loja, também estão sendo trabalhados como pré-pagos pela Mastercard.
E uma das vantagens evidenciadas pela nova forma de compra é a não obrigatoriedade da avaliação da situação do crédito do consumidor, possibilitando as pessoas que estão com o "nome sujo" de também se utilizar da ferramenta.
"Estamos em um momento propício para isso: o mercado de pré-pagos está em plena expansão na América Latina, onde atualmente representa US$ 12 bilhões em oportunidades e poderá chegar a US$ 80 bilhões em 2017", afirma Alexandre Magnani, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da MasterCard Brasil e Cone Sul.
A empresa na qual trabalha é responsável pelo primeiro cartão pré-pago no Brasil, concretizado em conjunto com o banco PanAmericano, no fim de abril deste ano.
Em termos percentuais, o diretor de cartões do PanAmericano, Eliel Teixeira de Almeida, aponta uma rejeição de 40% para os pedidos de cartão no Brasil, o que seria praticamente anulado com o uso do pré-pago.
Outro destaque dado pelos executivos é em relação ao controle de despesas proporcionada pelo novo tipo de cartão, pois o usuário dele acerta a quantia a ser gasta com antecedência.
Eliel ainda explicou que o cartão é protegido por senha e em caso de perda ou roubo pode ser bloqueado e o saldo contratado mantido. "O Cartão Pré-pago é uma oportunidade de automação das compras desta parcela da população e uma alternativa para o pagamento de salários de indústrias e a transferência entre cartões pré-pagos também será uma solução atraente para remessa de dinheiro para outro portador", finalizou o diretor de Cartões do banco PanAmericano.
 

Fonte: Diário do Nordeste

A Opinião:

O mercado arrumou um novo jeito de "deitar e rolar", um cartão de crédito onde quem coloca o crédito é o cliente. Se vai fazer sucesso? Certamente

Motivos: 

Quem não possui conta em banco pode preferir pagar as taxas do cartão de crédito pré-pago do que as taxas de manutenção de conta nas agências bancárias.

Pode ser a "mesada do futuro", uma vez que assim é possível controlar os gastos no cartão.

Os brasileiro preferem que algo controle as suas ações do que simplesmente sentar e montar um orçamento, com o cartão pré-pago vai ser possível transferir a responsabilidade.

É a circulação do capital se tornando mais complexa a cada dia.