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sábado, 15 de outubro de 2011

Reclamações dos consumidores


O Fato:

Reclamações de consumidores em Twitter e Facebook são mais eficientes

Uma pesquisa revelou que as empresas estão atendendo consumidores insatisfeitos com mais rapidez e eficiência quando as reclamações vêm pelas redes socais, ainda mais efetivamente do que através do Procon ou SACs. O atendimento pelo Twitter pode ser 8 mil vezes mais rápido, e no Facebook, até 1 mil vezes maior.
A pesquisa foi realizada pela Folha.com, e indicou que as reclamações que são feitas pelo Twitter e Facebook são solucionadas em até 24 horas. Enquanto a reclamação feita por telefone levaria, no mínimo, 10 dias para alcançar algum resultado. O atendimento pelo Procon demoraria ainda mais, cerca de um mês.

O medo das empresas é a disseminação das reclamações nas redes sociais. Os protestos dos consumidores podem se espalhar e crescer como uma grande bola de neve e por isso, tem recebido mais atenção das empresas.

Órgãos de defesa do consumidor afirmam que o tratamento deveria ser igual, independente do meio. “Qualquer tentativa da empresa de facilitar o contato é uma alternativa válida, mas isso não pode virar uma forma de discriminação para um tipo de público”, afirmou a gerente de relacionamento do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), Karina Alfano.
Fonte: Notícias Br

A Opinião:

O povo brasileiro gosta muito de reclamar, mas não gosta de burocracia e lentidão. Além disso, o povo brasileiro é bastante acomodado. Pela internet eles conseguem reclamar com mais agilidade e o melhor, sem sair do conforto da casa.
E o boca a boca, que assombra as empresas, se torna muito mais poderoso com as redes sociais.
A comunicação mostra o seu poder, já derrubou o governo no Egito, já fez reduzir o preço da passagem de ônibus em Teresina (PI) e agora resolve mais rápido os problemas dos consumidores.

 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Transportes coletivos


O Fato:

Menos da metade dos brasileiros opta por transporte coletivo, diz Ibope

Pesquisa CNI/Ibope sobre locomoção divulgada nesta quarta-feira (17) mostra que menos da metade dos brasileiros, 42% ao todo, afirmam usar o transporte coletivo como primeira opção para chegar ao trabalho ou escola. O levantamento foi realizado entre os dias 20 a 23 de março deste ano em 141 municípios.
Segundo a pesquisa, o transporte coletivo (ônibus, micro-ônibus, van, metrô, trem, bonde e barca) é utilizado por 61% dos entrevistados, mas apenas 42% o utilizam como seu principal meio de locomoção da casa para a escola ou local de trabalho ou para realizar alguma outra atividade rotineira.
Para 37%, o tempo é o principal fator na escolha do transporte. Ao todo, 24% dos entrevistados afirmaram demorar mais de uma hora para chegar ao trabalho ou escola. Nos municípios com mais de 100 mil habitantes, o percentual sobe para 32%.


A maioria dos brasileiros (68%) também utiliza mais de um tipo de transporte para se locomover. O tempo de locomoção é maior para quem tem maior renda, o que sugere, segundo os pesquisadores, que essas pessoas moram mais afastadas do local de trabalho ou estudo.
O principal meio é o ônibus (34% afirmam utilizá-lo como principal meio de locomoção). Em seguida aparece a caminhada, com 24%, o automóvel da família, com 16%, e a bicicleta, escolhida por 8% da população.
O meio de transporte que obteve pior avaliação foi o ônibus: 24% dos entrevistados o consideram ruim ou péssimo, mas 46% consideram que o serviço melhorou nos últimos dois anos.
Mais da metade da população também diz ter medo sempre ou na maioria das vezes de sofrer um acidente ou ser assaltado em meios de transporte.


A falta de transporte foi apontada como um problema das cidades pequenas e no interior. Nas capitais, as principais razões para a não utilização do transporte público são a falta de conforto (19%), o longo tempo de locomoção (16%) e o alto custo (16%).
A pesquisa mostra ainda que, embora menos da metade dos brasileiros utilize um transporte público como principal meio de locomoção, a maioria necessita desse tipo de meio de maneira complementar.
O uso do transporte coletivo é mais intenso no Sudeste (71%) e menos intenso no Norte/Centro-Oeste (45%) e Sul (48%).
Os entrevistados avaliaram ainda a percepção negativa sobre o transporte utilizado. Ao todo, 33% afirmaram não perceber nenhum aspecto negativo, resposta mais usada pelos que utilizam automóvel da família para se locomover (62%). Já 20% responderam ser cansativo, 18% alegam ser muito lotado, e “É caro” e “Vou em pé” foram opções escolhidas, cada uma, por 11% dos brasileiros.
Ao todo, foram entrevistadas 2.002 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro estimada da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Fonte: Portal G1

A Opinião:

Essa é uma das maiores discussões relacionadas a capacidade do Brasil para a realização de grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. As melhorias ocorrem em passos lentos, no ritmo de quem anda a pé.

Se os transportes públicos de massa fossem mais eficientes no nosso país, teríamos inúmeros benefícios, dentre os quais vale citar a diminuição da emissão de poluentes e os engarrafamentos (uma vez que seria vantajoso usar o carro apenas para lazer e não para o trabalho, reduzindo assim os veículos nas ruas) e o tempo de viagem menor levaria a diminuição do desgaste dos trabalhadores e/ou estudantes consequentemente diminuiria o stress e melhoraria a qualidade de vida.

Interessante também seria investir em outros meios de transporte no Brasil, pois atualmente há o predomínio do transporte rodoviário, enquanto que em muitos países desenvolvidos a malha ferroviária é desenvolvida e bastante utilizada sendo mais uma alternativa de locomoção e melhorando a eficiencia do setor de transportes.

Outra boa pedida seria investimentos em ciclovias e que estas sejam respeitadas, pois trata-se de um transporte não poluente e que ajudaria a população a ser menos sedentária.

Assim, é necessário a diversificação dos transportes públicos. Para que os ônibus não precisem mais ficar superlotados e causando desconforto aos seus usuários, além de baratear o custo de locomoção.

O Debate:

Qual é o principal meio que você utiliza para se locomover?

De que meio de transporte você mais sente falta?