O Hino de um país precisa ser respeitado primeiramente pelo povo do próprio país. Muitos se revoltam quando assistem uma competição esportiva e percebem que o único hino a ser executado pela metade é o Hino Nacional Brasileiro.
É um absurdo que brasileiros não conheçam a letra do Hino do próprio país. Veja abaixo:
E o que dizer da mudança do ritmo do Hino Nacional?
Ou ainda, de cantores famosos que decidem imitar o povo de outras nações ao "enfeitar" o hino?
Será que o Hino Nacional Brasileiro precisa ser reinventado para se adequar ao povo que temos atualmente?
Valores como respeito não podem se perder jamais!
Escute a versão completa do Hino em uma versão de voz e piano. É de arrepiar!
Beautifulpeople.com exclui 30 mil usuário considerados feios
A última da internet causou indignação por algumas pessoas; o site de relacionamentos Beautifulpeople.com que foi criado somente para pessoas bonitas, excluiu 30 mil pessoas cadastradas que segundo o site foram admitidas por engano.
Conforme um dos responsáveis pelo site comunicou que a culpa por todo esse problema teria sido um vírus denominado Shrek, onde o programa teria permitido a vários usuários entrar no site e se cadastrarem sem antes serem avaliados pelo teste de beleza. Entre os 30 mil excluídos do site, 2.911 eram brasileiros.
De acordo com o diretor do site, Greg Hodge, falou que, “Ficamos desconfiados quando dezenas de milhares de novos membros foram aceitos, muitos dos quais não eram exatamente uma pintura... a empresa lamenta sinceramente pelas pobres pessoas que foram incorretamente aceitas em nosso site e que acreditaram, ainda que por pouco tempo, que eram bonitas”.
Agora a empresa investiga um de seus ex-funcionários pelo erro.
As imagens:
Antes e depois da fama:
A Opinião:
Muito se fala em preconceito contra o homossexual, contra o negro, contra o pobre, mas não se ouve falar sobre o preconceito contra aqueles que não possuem a beleza exigida pelos padrões da sociedade.
O site beautifulpeople.com pediu desculpas as pessoas feias que foram excluídas e lamentou profundamente o fato dessas pessoas terem acreditado em algum momento que eram bonitas. Absurdo!
No mundo atual, a aparência conta bastante, "compra-se" as pessoas pelo seu "rótulo", o conteúdo importa menos e quem faz a festa é a indústria da beleza, maquiagens em geral, cirurgias plásticas, academias, salões de beleza, centros de estética, lojas de roupa enfim...tudo o que pode ser utilizado para criar uma beleza exterior que facilite a vida pessoal e profissional das pessoas.
E o talento? Tem ficado em segundo plano?
É importante cuidar da aparência sim, mas sem narcisismo. Não se deve favorecer uns por serem mais "bonitos" e muito menos menosprezar outros por serem "feios".
O caráter conta, e são as pessoas com caráter que tornam o mundo melhor, independente da aparência física que possuem.
Na próxima semana, o deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR) pretende começar na Câmara dos Deputados, a coleta de assinaturas para que aconteça um plebiscito pela legalização da maconha no Brasil. “Nós temos uma posição contrária, mas o plebiscito é importante para encerrar de vez essa questão”, disse. Ele foi um dos participantes, segundo os organizadores, de uma caminhada pelo calçadão da Rua 15 de Novembro, em Curitiba na abertura da 3ª Semana Antidrogas de Curitiba, promovido pela Prefeitura Municipal. O evento que foi intitulado de “Loucos pela vida! Drogas, tô fora”, a manifestação contou com a presença de servidores municipais, policiais militares, mil e do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política, além de organismos não-governamentais e vários representantes de clínicas para dependentes químicos. O secretário Antidrogas de Curitiba, Hamilton Klein, disse que a caminhada já estava marcada desde o ano passado e não tem ligação alguma, com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de liberar as manifestações favoráveis ao consumo da maconha. Klein, no entanto, coloca-se a disposição, como um dos críticos à posição do STF. “Essa decisão é digna do programa Os trapalhões”, afirmou. “Agora qualquer maluco poderá pedir a legalização de marcha pelo nazismo, pelo racismo, pelo estupro, já que decidiram que a liberdade de expressão é irrestrita”. Em Brasília, por ordem judicial, a marcha da maconha teve o nome mudado para marcha da pamonha. “A liberdade é mais criativa que qualquer grilhão, que qualquer algema que possa se colocar no povo”, disse a ministra do STF Cármen Lúcia. A ação julgada anteontem foi protocolada em 2009 pela procuradora-geral da República em exercício Deborah Duprat. Os ministros deixaram claro que as manifestações não podem servir de proteção para atos de violência ou discriminatórios ou para o consumo livre de drogas. O ministro Luiz Fux acrescentou que os participantes da marcha também não poderão incitar e incentivar o consumo da maconha. Os juízes também não poderão proibir ou exigir que as manifestações mudem de denominação, ressaltou a ministra. Participaram do julgamento os ministros Celso de Mello, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie, Marco Aurélio Mello e Cesar Peluso. Não participaram os ministros Dias Toffoli, que estava impedido por ter dado parecer sobre o caso quando era advogado-geral da União, Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes.
O vídeo:
Para rir um pouquinho
A Opinião:
Sem ficar em cima do muro e nem pensar apenas pela via do "politicamente correto", o plebiscito é a opção mais sensata, o povo decide pela legalização ou não do uso.
A hipocrisia impera no Brasil, culpa-se os mais pobres pela violência provocada pelo tráfico de drogas, mas os principais usuários que movimentam esse mercado são das classes mais abastadas. Fala-se sobre os males da maconha, mas cigarro e bebidas com álcool não só são vendidos como também em muitos casos incentiva-se o uso desses produtos.
Assim, é fundamental que o povo decida se quer que a maconha seja legalizada ou não. Os riscos já são conhecidos.
O mapa acima mostra todos os países africanos que passaram por momentos de tensão ou que estão em "ebulição" podendo enfrentar tensões a qualquer momento. O que a maioria deles tem em comum: Petróleo e domínio sobre o Mar Mediterrâneo, extremamente importante estrategicamente para escoar a produção de petróleo do Oriente Médio.
Esses fatores são muito atraentes para o mundo ocidental que realiza bombardeios para promover a "paz" ou seria para possuir o controle da região?
Por outro lado, parece mesmo ser o fim dos regimes teocráticos (baseados em leis religiosas) no mundo árabe.
A dúvida é em relação à legitimidade da interferência da OTAN na região. Posam de heróis, agindo com uma hipocrisia que enoja. Parecem vir revestidos de nobreza, mas no mesmo continente não enxergam (ou não interessa enxergar?) as atrocidades que ocorrem em países como a Costa do Marfim.
Ban Ki-moon diz que desmatamento da Amazônia é uma questão mundial
Ao encerrar hoje (17/06) visita ao Brasil, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, afirmou que coibir o desmatamento da Amazônia é uma questão mundial e não somente do Brasil.
O secretário disse ainda que as ações adotadas pelo Brasil para deter a destruição da floresta influenciam toda a estratégia mundial para preservação florestal. “O que o Brasil faz é uma grande diferença para a campanha global contra o desmatamento. Não é um assunto somente do Brasil. É uma questão mundial”, disse à imprensa. O secretário reuniu-se hoje com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Durante a entrevista, Ban Ki-moon afirmou que irá se dedicar para o sucesso da Rio+20, conferência internacional que discutirá o desenvolvimento sustentável e preservação ambiental, sediada no Rio de Janeiro, no próximo ano. O secretário espera que os líderes mundiais tratem o tema com “seriedade”, alertando que “podemos não ter muito mais tempo”.
Depois do giro pela América do Sul, o sul-coreano destacou o esforço de integração entre os países da região. Além do Brasil, o secretário visitou a Colômbia, Argentina e o Uruguai.
A Resposta de um brasileiro:
Internacionalização da Amazônia
Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque (PT), foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado
Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou
de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.
Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.
Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."
(*) Cristóvam Buarque foi governador do Distrito Federal (PT) e reitor da Universidade de Brasília (UnB), nos anos 90. É palestrante e humanista respeitado mundialmente.
Após declarar dificuldades para montar um elenco 100% negro e reacender a polêmica da inclusão racial na moda, Oskar Metsavaht, da Osklen, levou ontem 11 modelos negros, do total de 37 de seu desfile, à passarela da São Paulo Fashion Week. "Não encontrei número suficiente de negros com o perfil da Osklen. Este não é um desfile panfletário e muito menos de protesto."
Metsavaht soube que este é o Ano Internacional da Afrodescendência no Mundo e resolveu comemorar a data na SPFW. "Queria só modelos negros por questão estética. Ficaria lindo na passarela", disse.
Não completou todo o casting, mas chegou a 30% - bem mais do que os 10% que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado pela São Paulo Fashion Week em 2009, exigia. E ainda um pouco mais do que os 20% que a ONG Educafro reivindica. Mas a Osklen está longe de representar a realidade.
O TAC tinha validade de dois anos e expirou há menos de um mês. Determinava que, se estilistas não levassem ao menos 10% de negros aos desfiles, a SPFW pagaria multa de R$ 250 mil. O manifesto que a Educafro fez na porta da Bienal na segunda-feira pedia que o TAC fosse renovado e a "cota" dobrasse.
"Queremos abrir mercado a brasileiros afrodescendentes. A SPFW não está na Suíça, mas em um país de maioria negra", diz Frei David Santos, diretor da ONG. Oskar não fala em porcentagem, mas defende a cota. "Antes era contra, pois não acho que isso deveria ser imposto. Hoje, sou a favor. Se para trabalhar pela inclusão e pelo fim da discriminação é necessário impor a cota, então que haja cotas."
Paulo Borges, organizador do evento, argumenta que são as marcas que escolhem seus modelos e a SPFW não tem poder para cobrar que incluam negros, índios ou qualquer outro tipo de profissional. Por meio da assessoria, disse que, embora o TAC tenha expirado, ele voltou a recomendar a cota. E sua posição sobre o tema é clara, inclusive por ter adotado um filho negro
A Opinião:
Separar as pessoas por cotas e obrigar por força da lei que cada raça tenha o seu espaço. Chamam isso de inclusão, de reparação a um mal feito ao povo negro que tanto sofreu em um passado infeliz na história da humanidade.
A humanidade muitas vezes se comporta de maneira estúpida. No tocante a separação da raça humana em diversas outras raças, delegando a uma ou outra maior importância, é um dos maiores exemplos de estupidez que a humanidade acompanha ao longo de gerações.
A mensagem é simples: Por que não podemos viver todos juntos? Sem privilégios para nenhum lado. O sistema de cotas pode ampliar a segregação, os que se sentem lesados, e que muitas vezes não possuiam preconceito racial, podem passar a desenvolver esse preconceito.
Cotas para negros em desfile, como se o negro fosse feio. Cotas para negros nas universidades, como se o negro não tivesse capacidade idêntica a de outras raças. Pra que fragmentar a humanidades em cotas, dividir as raças em seguimentos, será que existe a raça superior ou inferior?
Vale a pena respeitar as diferenças, todos somos seres humanos. Vale a pena amar o próximo e, principalmente, é necessário deixar essa estupidez chamada preconceito racial apenas na parte ruim dos livros de História.
Eu fico com a pureza da resposta das crianças:
O Debate:
Você é a favor das cotas raciais?
Em relação a raças, você sofre preconceito ou é preconceituoso?
Um mergulhador norte-americano anunciou que vai procurar o corpo de Bin Laden no mar da Arábia, para provar que o ex-líder da Al Qaeda está mesmo morto. Bill Warren, de 59 anos, garantiu à BBC que, se o encontrar, vai fotografar e filmar o cadáver e ainda retirar uma amostra de cabelo para examinar o seu DNA. Bin Laden foi assassinado no Paquistão, em Maio, por uma missão especial norte-americana, e o seu corpo foi atirado ao mar da Arábia. O mergulhador promete iniciar os trabalhos daqui a cerca de um mês para acabar com as "dúvidas" sobre a morte do ex-líder da Al Qaeda.
A Opinião:
A melhor coisa a se fazer em histórias mal contadas é não mexer, quanto mais mexerem nessa história, mais vai feder. Apesar da confirmação da morte pelo governo estadunidense, pela grande mídia e pela própria rede terrorista Al Qaeda, muitas dúvidas ainda pairam no ar.
A impressão que passa é que essa notícia está desviando a atenção de algo maior, o que estão querendo esconder? Será que o pífio governo do Barack Obama (de quem se esperava tanto)?
Até agora o mundo inteiro não entendeu porque não mostraram as fotos ou ainda o corpo do Bin Laden. O fato da Al Qaeda confirmar a morte não garante nada, até porque caso ele esteja vivo terá liberdade total de atuação uma vez que todos pensam que está morto.
A comemoração do governo dos Estados Unidos fez parecer que agora o mundo terá paz, falaram até em um mundo melhor sem Bin Laden, mesmo enquanto a OTAN atacava a Líbia e confrontos ocorriam em praticamente todos os continentes.
Boa sorte ao mergulhador, mas que não venha com outra montagem de computador facilmente descoberta por qualquer criança de 8 anos.