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domingo, 6 de maio de 2012

Violência por causa dos vídeo games?


O (triste) Fato:



Adolescente é suspeito de matar a avó a facadas por causa de videogame

Um adolescente de 16 anos é suspeito de matar a própria avó a facadas porque ela teria o proibido de jogar videogame, nesta quarta-feira (11/04). Essa foi a versão que o menino deu à Polícia Militar logo após o crime, que aconteceu em Pirassununga, cidade a 230 km da capital. De acordo com o delegado que investiga o caso, Maurício Miranda de Queiroz, o suspeito escolheu ficar calado em seu depoimento na delegacia.
A idosa Aparecida Clere Fuvaro Pigati, de 65 anos, levou as facadas na casa em que morava na Alameda das Hortênsias, bairro Cidade Jardim. Ela chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao pronto-socorro da Santa Casa da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
O adolescente foi apreendido e permanecia no 1º Distrito Policial da cidade na manhã desta quinta-feira (12/04), de acordo com Queiroz. Uma faca foi apreendida na casa e deve passar por perícia. O caso foi registrado como homicídio qualificado.
Fonte: Portal R7

A Opinião:
Quando se fala em jogos de vídeo game, principalmente os mais violentos, há sempre aquela pessoa que diz “O meu filho não joga isso. Não quero um assassino dentro de casa”.
Amplamente espalhado pela mídia, e usado pelos jovens que querem se manter no meio de um grupinho social, os jogos estão cada vez mais reais, dizem os jogadores, sejam eles especialistas ou não, e cada vez mais violentos, dizem os pais preocupados.
Nas últimas semanas fomos colocados diante do casa da avó que foi morta com facadas após uma discussão com o neto, na qual ele foi proibido de jogar vídeo game. Foi mais uma ocasião na qual não faltaram pessoas para dizer que a culpa foi do jogo violento; houve também pessoas que defenderam o jogo, dizendo que a maldade está na cabeça de quem praticou o crime, e não na violência do jogo, e isso nos leva a um impasse. Quem está errado, os pais por permitirem que os filhos joguem, os criadores, por criarem certos jogos, ou simplesmente os adolescentes, por “se prestarem ao papel de jogarem tais tipos de jogos”?
Sem dúvida alguma essa é uma questão difícil demais para ser opinada assim, e talvez exija uma pesquisa dos criadores dos jogos na qual estes devem visar encontrar o perfil psicológico dos jogadores. Mas cabe a cada pai e a cada mãe saber o limite do seu filho, e até onde ele pode jogar.

sábado, 22 de outubro de 2011

A esperança nas crianças



Essas imagens valem uma reflexão:


Como é bom ver um coração puro trabalhando pelo próximo. Como é bom perceber que ainda há esperança e que gestos simples fazem a diferença.
As crianças nos ensinam velhas coisas novas a todo momento. A bondade e a solidariedade que podem ser vistas nesse vídeo é algo facilmente observado nas crianças, basta deixarmos elas lado a lado, ainda que não se conheçam.
Apenas gostaria de saber em que momento os seres humanos perdem esse dom? Quando paramos de confiar no próximo? Quando paramos de nos importar com o próximo? Em que momento o egoísmo, a crueldade, a inveja, o ódio entram nas nossas vidas?
Olhem essas crianças e relembrem os bons sentimentos que as vezes esquecemos que possuímos.
"Eu fico com a pureza da resposta das crianças. É a vida, é bonita e é bonita!" (Gonzaguinha)

sábado, 24 de setembro de 2011

Bolsa Família


O Fato:

Bolsa família é exemplo para África, diz representante da ONU

A estratégia brasileira para reduzir a pobreza despertou o interesse de outros países que querem saber qual a receita usada no País. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, o diretor do Grupo de Redução da Pobreza do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Selim Jahan, citou algumas nações, como Índia, Turquia e Botsuana, que estão atentas às ações brasileiras, entre elas, o Bolsa Família.
Para o diretor, o ponto positivo do programa é exigir que as famílias pobres assumam compromissos em troca de receber a transferência de renda. Para ter direito ao benefício, as famílias devem vacinar os filhos, matriculá-los em uma escola e as mulheres grávidas precisam fazer o exame pré-natal.
"O benefício está aí. Não estamos falando apenas de transferência de dinheiro, mas estamos falando em dar educação e outros benefícios", disse Jahan, que trabalha na sede do Pnud, nos Estados Unidos, e veio ao Brasil para participar de reuniões no Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), uma parceria do Pnud com o governo brasileiro.
De acordo com Selim Jahan, grande número de países africanos pode usar a experiência brasileira.
Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado em julho, aponta que 18 milhões de brasileiros saíram da pobreza extrema e 39,5 milhões entraram na classe C nos últimos 10 anos. Mas o Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que 16,2 milhões de pessoas ainda estão em situação de miséria, foco do plano Brasil sem Miséria, lançado pela presidente Dilma Rousseff, no início de julho. O plano pretende retirar essas pessoas da extrema pobreza até 2014.

A Opinião: 

O Brasil se transforma em um país especialista em acabar com a pobreza, sim, o nosso modelo começa a ser copiado por outras nações. De fato houve redução da miséria no país, muitas pessoas foram beneficiadas e agora possuem uma vida melhor (ainda não é uma vida digna, mas é inegavelmente uma vida melhor).

Mas, algumas questões surgem sempre em políticas públicas polêmicas. Eis algumas: 

1- A dificuldade de fiscalizar, que pode levar pessoas que não se enquadram no perfil necessário a receber o auxílio ou mesmo facilita o desvio de dinheiro público.

2- O fato do Bolsa Família servir como uma espécie de compra de votos.

3- Para ter direito ao benefício, as famílias precisam vacinar os filhos, matricula-los em uma escola e as grávidas precisam fazer o pré-natal, ou seja, basta cumprir com as suas obrigações para receber. Muitas pessoas fazem o mesmo e não recebem por isso, algo está errado.

É um programa paliativo, que vai maquear um problema em vez de solucioná-lo e agora esse paliativo será exportado como uma solução milagrosa. até que os governos encontrem coragem para discutir de verdade a questão da desigualdade social

  

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cesar Cielo


O Fato:

Lágrimas de Cielo e protesto dos rivais ganham destaque pelo mundo

 

A medalha de ouro conquista por Cesar Cielo nos 50m borboleta no Mundial de Xangai ganhou destaque pelo mundo.  A imprensa internacional voltou a escrever sobre o caso de doping que quase o tirou da competição e do desconforto gerado nos rivais após a decisão do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) de optar pela advertência. Na França, país de Fred Bousquet e Alain Bernard - os dois principais rivais do brasileiro nos 50m e 100m livre -, o "Le Figaro" falou sobre a impressionante vitória e a explosão de emoção após a prova. Mas destacou também que o nadador está longe de ser uma unanimidade após o episódio do teste positivo para furosemida. Certo mesmo, segundo a publicação, é que "o rei da velocidade está em Xangai, gostem ou não". 

O "L'Equipe" cita as vaias que teriam partido da tribuna de atletas, protesto do queniano Jason Dunford e a o apoio de Bousquet a Cielo. Na Austrália, o "Sydney Morning Herald" destacou a prata e o bronze de Matt Targett e Geoff Huegill. Citou o choro incontrolável do brasileiro e deu destaque à defesa de Targett, que condenou a atitude de Dunford. Ex-companheiro de treinos Cielo nos tempos de Auburn, o australiano disse que estava feliz pelo amigo e que atitudes como a do adversário não tornavam as coisas melhores. No italiano "Gazzetta dello Sport", as lágrimas também mereceram destaque. A decisão do TAS foi lembrada. A publicação frisa ainda que "foi impossível não notar a frieza do público e dos adversários com ele".

A Opinião:

Como todo ídolo, Cesar Cielo precisa ter atitudes exemplares, pois são parâmetros para muitas crianças que serão a nova geração do esporte brasileiro e ainda mundial. Ter sido pego no antidoping foi chato demais, arranhou a imagem do excelente atleta brasileiro, mas ao fim do julgamento, o consideraram inocente.
Bem, é importante rever a forma como divulgar as notícias relacionadas ao doping para preservar atletas inocentes de manchas no currículo e na carreira e não influenciar negativamente os mais novos.
Cesar Cielo sempre mostrou muita vontade de vencer e sempre foi bastante focado e dedicado aos treinamentos e é essa imagem que precisa ficar para os mais jovens: a de um atleta vencedor, que sempre busca melhorar. 
Ridícula a atitude de outros atletas de criar polêmica nesse caso, parece que torcem pela desgraça dos rivais para assim chegarem ao topo, louvável a atitude dos oponentes que apoiaram Cielo e criticaram aqueles que o vaiaram.
Resta ver agora quanto tempo vai levar para que essa mancha se apague.

O Debate:

Você achou justa a absolvição do Cesar Cielo?