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Leitura sem fronteiras - Tradutor

terça-feira, 31 de maio de 2011

Efeito Estufa e Aquecimento Global


O Fato:

Emissão de CO2 bate recorde histórico


A emissão de gases do efeito estufa bateu recorde em 2010, na maior liberação de carbono na atmosfera já registrada. O relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) diminui as esperanças de manter o aquecimento global em níveis seguros.
Segundo a agência, as emissões de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, cresceram 5% no ano passado em relação ao recorde anterior, em 2008. Em 2009, as emissões haviam caído graças à crise financeira global, que reduziu a atividade econômica.
Essas informações significam que o objetivo de prevenir um aumento de temperatura de mais de dois graus Celsius - que cientistas dizem ser o limite para mudanças climáticas potencialmente perigosas - deve se tornar apenas uma utopia.
"Estou muito preocupado. Está se tornando extremamente desafiador permanecer abaixo de dois graus. A perspectiva está ficando mais sombria", disse Fatih Birol, economista-chefe da AIE, ao jornal inglês The Guardian.
No último ano, 30,6 gigatoneladas de CO2 foram despejadas na atmosfera, oriundas principalmente de queimas de combustíveis fósseis.
Os países desenvolvidos foram responsáveis por 40% das emissões totais em 2010, mas responderam por apenas 25% do crescimento. Países em desenvolvimento, como China e Índia, registraram aumento muito maior.

A Opinião:

Ecologia e Economia possuem o mesmo radical (Eco). Enquanto o primeiro termo se refere ao estudo do meio, o segundo termo se refere à gestão. É possível realizar uma boa gestão sem considerar os estudos? Sabe-se que é necessário retirar recursos naturais para produção de bens e mercadorias, não apenas as supérfluas como também as essenciais, sabe-se também que a energia obtida através da queima de combustíveis fósseis proporcionou um crescimento na produção dessas mercadorias.
Mas a importância dos recursos naturais e do uso dos combustíveis fósseis não é o xis da questão. O que é fundamental saber é se a voracidade no uso desses recursos não pode levar, em algum momento, ao fim da vida na Terra.
Mesmo sob alerta acerca dos riscos da queima de combustíveis fósseis, a produção não cessa, pelo contrário, aumenta. Parece que os seres humanos querem apertar o botão de auto-destruição.

O debate:

O aquecimento global é um fato ou uma farsa?

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Usinas Nucleares




O Fato:

Alemanha avança no debate sobre energia nuclear e vai desligar todas suas unidades até 2022

Depois do desastre nuclear de Fukushima, no Japão, o debate sobre usinas nucleares ganhou mais força. Agora, a Alemanha anunciou o fechamento de todas suas unidades até 2022. A reunião, estabelecida para analisar a questão após o terremoto no país asiático, terminou na madrugada desta segunda (30).
Os protestos na Alemanha começaram logo que ocorreu o tsunami, causando danos à usina de Fukushima e à população que vivia próxima. Os reatores mais antigos do país europeu, antes parados por tempo indeterminado, não serão reativados, incluindo a usina nuclear Kruemmel. Outras seis unidades serão desligadas até 2021 e mais três até um ano depois. A decisão foi anunciada pelo ministro do Meio Ambiente, Norbert Rottgen.
Rottgen não apenas anunciou o fim das usinas, como deixou claro que "não haverá cláusula para revisão". Agora, a questão maior é pensar como repor a energia de modo sustentável, já que as usinas nucleares eram responsáveis por 23% do suprimento alemão até março deste ano, quando algumas usinas foram desligadas.
A discussão acabou fortalecendo o Partido Verde, que venceu as eleições do começo do ano em Baden-Wuerttemberg. 
O desastre de Fukushima foi classificado no mesmo nível de Chernobil, onde um reator explodiu na década de 70, contaminando a população, os animais e o meio ambiente local.

A opinião:

Prevenir sempre é melhor do que remediar. O desastre que ocorreu no Japão não foi inédito para o mundo, também não será o último, o risco sempre existe. Usinas nucleares possuem grande capacidade de geração de energia, maior inclusive do que as hidrelétricas, porém já passou da hora dos países do mundo buscarem uma alternativa, limpa, renovável de menor impacto para o meio ambiente e para a vida humana.
Não é tão simples, vários países investiram, muitas pessoas trabalham nas usinas inclusive de maneira incansável visando proporcionar segurança aos moradores das áreas próximas.
Por isso o mundo deve pensar nessa mudança de maneira gradativa e os trabalhadores das usinas precisam fazer parte dessa transição.

O debate:

Ao construir Angra 3, o governo brasileiro está na contramão do mundo?

domingo, 29 de maio de 2011

Amamentação pode reduzir riscos de obesidade

O Fato:



Uma análise de dados de 118 adolescentes obesos entre 14 e 19 anos atendidos pelo Grupo de Estudos da Obesidade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostra que quem recebeu exclusivamente leite materno até os seis meses de idade – uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) – apresenta hoje menor índice de massa corporal (IMC), taxa de gordura e circunferência da cintura.

A nutricionista Débora Masquio, que apresentou o estudo no 14º Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica, na capital paulista, entrevistou os pais desses jovens para saber o peso deles ao nascer e o período de amamentação exclusiva (nunca, de 1 a 5 meses ou até 6 meses). O trabalho serviu como dissertação de mestrado, a ser defendida até o fim do ano.

Segundo Débora, dados da literatura médica apontam que crianças desmamadas precocemente podem, ainda, ter um maior consumo de proteínas. Além disso, os adolescentes que nunca receberam apenas leite materno tiveram menor concentração de um hormônio chamado adiponectina, que facilita a perda de peso e melhora a sensibilidade à insulina, entre outras funções. Essa deficiência foi observada também entre aqueles (18 no total) que nasceram com peso insuficiente (abaixo de 2,9 kg, segundo parâmetros da OMS).
O baixo peso no nascimento vem sendo associado à obesidade, hipertensão e a outras doenças durante a vida adulta. Na literatura científica, esses bebês também costumar apresentar ganho de peso excessivo nos primeiros meses e alterações no pâncreas e nos rins.
Concluída a primeira fase do estudo, Débora pretende avaliar outros fatores, como consumo alimentar e hormônios desses adolescentes.

Veja como funciona o benefício da licença-maternidade em outros países:
  • Austrália: licença de 52 (cinqüenta e duas) semanas não remuneradas, ou seja, 1 (um) ano;
  • Argentina: licença de 3 meses (90 dias) remunerada pelo governo e 3 meses (90 dias) opcionais sem remuneração;
  • China: licença de 3 meses (90 dias) não remunerada;
  • Cuba: 18 semanas (126 dias) de licença pagas pelo governo;
  • Espanha: licença de 16 semanas (112 dias) paga pelo governo;
  • Estados Unidos: licença de até 12 semanas (84 dias) paga pelo governo;
  • França: 3 meses (90 dias) de licença em caso de parto normal e 4 meses (120 dias) em caso de cesariana. Os custos são pagos pelo governo;
  • Índia: para o setor privado, não há previsão legal específica e a licença varia de acordo com a empresa. Funcionários públicos têm direito a 4 meses e meio (135 dias);
  • Itália: 5 cinco meses (150 dias) de licença. O governo paga 80% do salário;
  • Japão: licença de até 14 semanas (98 dias). Dependendo da empresa, 60% da remuneração é coberta por seguradoras ou governo;
  • Portugal: 4 meses (120 dias) de licença remunerada pelo governo;
  • Uruguai: licença de 12 (84 dias) semanas paga pelo governo.
A Opinião:

Qual seria a relação entre a obesidade e a geografia?
A obesidade é hoje um problema de saúde pública e afeta milhões de pessoas pelo mundo. Os humanos são seres multifatoriais, logo, todo e qualquer problema relacionado ao funcionamento do organismo humano deve ser estudado sob diversas óticas. 
Uma dessas óticas é relacionada a amamentação. Estudos revelam que crianças amamentadas até os seis meses tendem a apresentar menos problemas com obesidade. Porém nos Estados Unidos a licença-maternidade dura apenas 84 dias, ou seja, as mães que precisam trabalhar têm mais dificuldade em amamentar por todo o período recomendado pela Organização Mundial de Saúde. E não há o combate a essas empresas. Nesse ponto o Brasil avançou e está gradativamente aderindo a licença maternidade de 6 meses.
O fator amamentação por tempo insuficiente aliado a outros, como o ritmo intenso de vida e a sedução da indústria alimentícia, pode gerar adultos com problemas como hipertensão e diabetes. 

O Debate:

As empresas deveriam ser obrigadas a conceder seis meses de licença maternidade?
Acredita que o corpo humano será capaz de no futuro se adaptar a esse ritmo de alimentação?



 

sábado, 28 de maio de 2011

Está chegando a vez do Brasil

O vídeo abaixo mostra um programa de TV dos Estados Unidos falando sobre o Brasil. O blog não se responsabiliza pelas legendas que possuem alguns erros de português, mas o vídeo é bastante interessante, vale a pena ver.


O Brasil de fato tem potencial para se tornar uma das maiores potências mundiais, mas para isso se tornar realidade é imperativo que a educação seja levada a sério em nosso país.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Plebiscito para divisão do Pará

Observe abaixo o que pode ser o novo mapa do Brasil em breve:


O Fato:

Comissão do Senado aprova plebiscito sobre Tapajós


A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou ontem o Projeto de Decreto Legislativo (PDS 19/99) do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) que autoriza a realização do plebiscito sobre a criação do Estado do Tapajós. A matéria estava na Câmara dos Deputados, onde recebeu mudanças e por isso retornou ao Senado.
O projeto será agora enviado ao Plenário do Senado, onde tramitará em regime de urgência. Se for aprovado e promulgado - como já foi o plebiscito do Carajás -, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará terá seis meses para realizar o plebiscito.
Durante os debates na CCJ, vários senadores defenderam que a consulta popular ocorra em todo o Estado e que seja sucedida de estudos complementares.
A aprovação contou com o voto e encaminhamento do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). “A divisão não depende de lideranças políticas, seja de que nível for. Esta questão depende da vontade da população. O plebiscito será realizado em todo o Estado do Pará”.
Para ele, é preciso ainda que ocorra uma campanha de esclarecimento sobre as consequências da divisão antes do plebiscito. “É preciso deixar claro que o que foi aprovado é tão somente o processo democrático de ouvir a população com relação a sua posição da criação dos novos Estados”, afirmou Flexa.
Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o plebiscito é democrático, porém é preciso que a lei complementar garanta estudos de viabilidade atualizados. “O primeiro passo é a consulta popular a todo Estado. Quando vier a lei complementar, aí quero ouvir Ministério do Planejamento, esta comissão, e verificar detalhadamente os estudos a respeito para ver se realmente vai ser bom para o Pará e para o Brasil. Se houver aprovação popular, teremos de discutir melhor”, disse o senador goiano.
Já o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) defendeu não só o plebiscito, mas a concretização da divisão do Estado. “Acompanho há doze anos essa discussão. Sou de um Estado que se desenvolveu depois da subdivisão. Mato Grosso do Sul hoje é um grande produtor de grãos e cargas. O Mato Grosso também experimentou a divisão e foi muito bom para os dois Estados. Não podemos negar a possibilidade da população do Pará decidir se quer ou não ter seu Estado dividido”.
A petista Marta Suplicy (SP) concorda com a consulta popular, mas vê com cautela a criação de novos Estados. “Meu voto é favorável ao plebiscito, mas acredito que isso não se resolve com a população. Precisa de campanha de esclarecimento e a população tem que entender tudo isso”.
O único voto contrário ao plebiscito foi do também paulista Aloysio Nunes (PSDB). “Tenho reserva quanto ao referendo e plebiscito, pois, na história universal, eles foram desvirtuados na sua realização, colocaram questões que nada tinham a ver com o objetivo do plebiscito. Ele pode inclusive acirrar questões políticas, colocar também uma parte da população contra a outra”, disse.
Estiveram presentes na sessão os deputados federais Giovanni Queiroz (PDT), Lira Maia (DEM) e José Priante (PMDB), além dos deputados estaduais Hilton Aguiar (PSC), Josefina do Carmo (PMDB) e Antonio Rocha (PMDB) e a prefeita de Santarém, Maria do Carmo (PT). Também marcaram presença os prefeitos Danilo Miranda, de Trairão, e Valmir Climaco, de Itaituba.
A realização do plebiscito sobre a criação do Estado do Carajás já foi aprovado.

A opinião:
É mais fácil organizar espaços menores, mais homogêneos e por esse motivo acredito que o povo aprovará através do Plebiscito a criação dos estados de Carajás e Tapajós. A tendência inclusive é que toda aquela região alcance um desenvolvimento maior do que nos moldes atuais. Por outro lado, surgirão dois novos governadores, nove novos senadores e uma penca de deputados. Assim, é fundamental saber se a ideia do Plebiscito partiu do povo ou foi fruto do acirramento das disputas políticas no estado do Pará. Será que é o povo que busca melhorias na qualidade de vida ou são políticos que buscam novas tetas para mamar? Com a palavra os paraenses.

O debate:

Você acredita que a criação de novos estados pode acelerar o desenvolvimento do Brasil?

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Polêmica cartilha do MEC

Com essas cartilhas do MEC o diploma vai acabar saindo assim


Essa matéria foi ao ar no CQC do dia 23/05/2011



Trata-se de uma cartilha, aprovada pelo MEC, que fere a língua portuguesa, sob justificativa de evitar o preconceito linguístico. Há os que defendam e os que condenam.
Nois naum sabemo a posicao de tu leitor: Cê axa qui si entendê tá valeno ou é extremamente necessário zelar pela boa escrita?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Hegemonia Mundial






O Fato:


Obama: Influência de EUA e Europa não diminui com ascensão de China e Brasil

 

O presidente dos EUA, Barack Obama, buscou nesta quarta-feira reassegurar o mundo de que a influência dos EUA e da Europa continuam dominantes mesmo com a ascensão de poderes como a China, Índia e Brasil.
"EUA e Reino Unido devem acolher o desenvolvimento (de China, Índia e Brasil), que tirou milhões da pobreza ao redor do mundo e criou novos mercados e oportunidades para nossas próprias nações", afirmou. "Enquanto essa rápida mudança aconteceu, tornou-se comum em alguns lugares questionar se a ascensão dessas nações virá acompanhada do declínio da influência dos EUA e da Europa no mundo. Talvez, continua o raciocínio, essas nações representem o futuro, e o tempo de nossa liderança foi ultrapassado. O argumento está errado. o momento de nossa liderança é agora", afirmou em pronunciamento perante as duas Casas do Parlamento britânico.
"Mesmo que mais nações assumam a responsabilidade da liderança global", disse Obama, "nossa aliança (entre EUA e Reino Unido) continuará indispensável para o objetivo de um século mais pacífico, forte, próspero e justo". "Depois uma década difícil que começou com uma guerra e terminou com uma recessão, nossas nações chegaram mais uma vez a um momento crucial."
Para ele, países como China, Índia e Brasil na verdade devem seu crescimento à liderança dos EUA e da Grã-Bretanha. "O crescimento de China, Índia e Brasil é importante por tirar milhões da miséria,
A Obama foi dada a honra de ser o primeiro presidente americano a falar perante o Westminster Hall, onde foi recebido calorosamente. Ele recontou uma história que começou numa guerra entre dois países divididos por um oceano, mas que se tornaram uma indispensável força global para o crescimento econômico, segurança, democracia e paz.
"O caminho nunca foi tão perfeito", disse Obama. "Mas através das lutas de escravos e imigrantes; minorias das mulheres e étnicas; ex-colônias e religiões perseguidas, aprendemos melhor do que a maioria que o desejo pela liberdade e a dignidade humana não é inglesa ou americana ou Ocidental - é universal."

A Opinião:

Para Hannah Arendt: "A forma extrema de poder é o todos contra Um, a forma extrema da violência é o Um contra Todos". 
Poder é a capacidade de satisfazer as vontades individuais ou de um grupo através do uso da força e/ou sedução. E No caso da hegemonia entre as nações, o uso da força travestida de violência só pode ser considerada "racional" caso possua objetivos a curto prazo.
A política externa estadunidense tem sido violenta nos últimos anos e tentam se justificar afirmando que são apenas ataques preventivos (Atirar primeiro e perguntar depois?). A violência de fato transforma o mundo, altera as configurações de poder, reorganiza alianças, mas fundamentalmente, e perdoem o pleonasmo, torna o mundo muito mais violento. 
Essa violência pode ser uma tentativa desesperada de manter a hegemonia, esse discurso parece um recado ao mundo, pode-se traduzir como: "Quem manda aqui ainda somos nós, respeitem!"
Resta saber se o BRIC vai continuar na parte de baixo da gangorra.

O debate:

Acredita que o poder dos EUA e da Europa está diminuindo?

terça-feira, 24 de maio de 2011

O eterno conflito entre palestinos e israelenses

 

O Fato:

Palestina vê 'mais obstáculos' no discurso de premiê de Israel nos EUA

 

O discurso do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, colocou mais "obstáculos" para o processo de paz do Oriente Médio, segundo o porta-voz de Mahmud Abbas, presidente da Autoridade Palestina.
"O que veio o discurso de Netanyahu não vai conduzir à paz", disse Nabil Abu Rdainah à agência de notícias "Reuters".
Para o negociador palestino, Mohammed Shtayeh, a única escolha para Palestina é ir à Organização das Nações Unidas e pedir o reconhecimento durante a Assembleia Geral em setembro.
Netanyahu reforçou que vai manter firme a posição de Israel sobre as fronteiras palestinas. Entretanto, ele afirmou que quer a paz no Oriente Médio e está disposto a fazer "concessões dolorosas" para que isso ocorra.
"Estou disposto a fazer as dolorosas concessões para atingir essa paz histórica. Como líder de Israel, é minha responsabilidade.", disse o premiê para o Congresso americano.
Sobre o Hamas, ele disse que Israel não negociará com "terroristas" e pediu ao presidente da Autoridade Nacional Palestina que desfaça o acordo firmado com o movimento islâmico.
"Nós não precisamos que vocês exportem a democracia para nós, já a adoramos. Nem precisamos que enviem tropas para Israel, nós já nos defendemos. Vocês (americanos) tem sido generosos em nos dar as ferramentes para que Israel se defenda sozinho", disse Netanyahu como uma resposta ao discurso de Barack Obama, afirmando que um acordo de paz entre Israel e Palestina deveria ser baseado nas fronteiras anteriores à Guerra dos Seis Dias, em 1967.


Notícia retirada do excelente site: www.sidneyrezende.com

A Opinião: 

A paz é um sonho da humanidade, ainda que a mesma não se esforce para obtê-la. Quando fala-se em conflitos com os quais não se tem um envolvimento direto, é comum, tratar como algo simples de ser resolvido. Nesse caso não tem como pensar dessa forma. Alguém seria capaz de responder por exemplo: Com quem fica Jerusalém? ou ainda, dizer quem vai controlar as fontes de água da Cisjordânia? É uma briga de cachorro grande e acredita-se que nenhum dos lados sequer cogita desistir.


O Debate:
 
Vocês acreditam que um dia haverá paz no Oriente Médio?

domingo, 22 de maio de 2011

O que é o Clube de Geografia



O Clube de Geografia surgiu em 2008, no Colégio Auxiliadora, em uma iniciativa do professor de geografia Leandro Santiago, contando com suporte total e irrestrito da direção, funcionários e professores do Colégio Auxiliadora e, fundamentalmente com a confiança dos alunos que "compraram" a ideia.
O objetivo desde o início foi debater temas geográficos atuais tendo como base textos acadêmicos, trabalhos de campo, entrevistas, análise de vídeos e qualquer outra forma capaz de auxiliar a criação de conhecimentos.
Para fazer parte do Clube de Geografia, os alunos precisam passar por uma seleção rigorosa e que varia ao longo dos anos. Assim, muitos já passaram por entrevistas, dinâmicas de grupo, questões de lógica, análise de currículos e diversas formas possíveis de seleção.
Os alunos aprendem a produzir conhecimento e não apenas receber a informação, além disso ganham experiência pois a seleção é semelhante as que eles vão encontrar no futuro mercado de trabalho. Os aprovados aprendem também a trabalhar em equipe, não escolhida por eles. Assim se tornam companheiros, uma equipe de fato.
O maior motivo de orgulho, para o criador do projeto, é o fato de ter uma grande procura (em média pelo menos 20% dos alunos do Colégio Auxiliadora) apesar de não ter sido oferecida nenhuma recompensa financeira e nem conceitos extras no boletim. A recompensa oferecida foi conhecimento e experiência e isso comprova a teoria do professor Leandro Santiago de que muitos alunos ainda querem ser conhecidos pelo que são e não pelo que possuem.

Para relembrar os temas debatidos:

2008 -  Política do Brasil, Aquecimento Global e Geografia de São Gonçalo
2009 - Cidadania e lógica de mercado e Geografia de São Gonçalo
2010 - Bullying e debates sobre a Sociedade em Geral
2011 - Moradias em áreas de risco

Esse ano o nosso ponto de partida será a análise das moradias em áreas de risco e aqui no blog vocês terão informações sobre o nosso trabalho. Vamos intercalar a nossa produção com posts de temas atuais diversos para debates entre os frequentadores do nosso blog. Bem vindos ao Clube!!