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Leitura sem fronteiras - Tradutor

terça-feira, 27 de março de 2012

Combate ao terrorismo nuclear


O Fato:



Líderes mundiais aprovam declaração de unidade no combate ao terrorismo nuclear


A comunidade internacional, liderada pelos Estados Unidos e alguns países europeus, quer unidade no combate ao terrorismo nuclear. Esse é o principal item da declaração final da 2ª Conferência de Segurança Nuclear, em Seul, na Coreia do Sul, aprovada hoje (27/03) pelos 53 líderes estrangeiros presentes. O vice-presidente, Michel Temer, representou o Brasil.
Além dos chefes de Estado e de Governo de 53 países, também participaram dos debates em Seul representantes da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol); da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea); da União Europeia (UE); e da Organização das Nações Unidas (ONU). A próxima reunião ocorrerá em 2014, na Holanda.
“O terrorismo nuclear continua a ser uma das maiores ameaças para a segurança internacional”, alerta o documento. “Resolver essa ameaça exige medidas firmes de combate em cada país e uma cooperação internacional dado o seu potencial em termos de consequências políticas, econômicas, sociais e psicológicas.”
Os líderes reafirmaram a necessidade de buscar o desarmamento, a não proliferação e a utilização pacífica da energia nuclear no mundo. “[Exige-se a] responsabilidade dos Estados, de acordo com as obrigações nacionais e internacionais, de manter em segurança de todo o material nuclear para impedir que esses materiais sejam utilizados para fins criminosos”, diz o texto.
De acordo com o comunidado, as medidas de segurança nuclear não serão um entrave ao direito dos países de "desenvolver e utilizar a energia nuclear com fins pacíficos”. No texto, os líderes recomendam ainda que todos os países devem manter vigilância constante dos estoques de urânio e plutônio, usados como combustível de usinas e de armas nucleares. As discussões ocorrem no momento em que Irã e Coreia do Norte são alvo de suspeitas da comunidade internacional de manter programas clandestinos de desenvolvimento de armas atômicas.
Fonte: Correio do Estado
Alguns questionamentos:
Combater apenas o terrorismo nuclear? E os outros tipos de armamentos?
Quem decide os que são terroristas nucleares? 
A nação que possui o maior arsenal nuclear pode ser considerada terrorista? 
Por que algumas nações podem ter armas nucleares e outras não?



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