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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Mais dias letivos nas escolas


O Fato:

Ministro defende mais dias letivos nas escolas

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira que prefere ampliar o número de dias letivos nas escolas em vez de ampliar o número de horas/aula.
"Há alguns estudos que mostram que o número de dias é mais importante do que o número de horas por dia", disse, após sair de um evento em Brasília. "O impacto sobre a aprendizagem é até maior quando nós falamos de dias letivos por ano", completou.
Anteontem, o ministro anunciou a intenção de ampliar a jornada escolar obrigatória nas escolas públicas e particulares do país. O MEC apontou duas possibilidades: ou os colégios aumentam o número de dias letivos (de 200 para 220) ou o total de horas de aulas por dia.
Hoje, o ministro afirmou que o ministério considera inclusive a hipótese de deixar que cada escola escolha a maneira de ampliar a jornada.
"Estamos discutindo a proposta com secretários municipais e estaduais. Temos de ver quais são as possibilidades concretas de rede física e qual é a maior conveniência", afirmou.


A Opinião:
Ah sim, então é isso? É só aumentar a carga horária que o ensino no Brasil vai decolar? Eu gostaria de saber uma coisa: Os professores foram consultados? 
O Brasil segue cometendo dois erros básicos na área de educação: 
1- Nenhuma mudança é discutida com aqueles que estão dentro de sala de aula, falo em discussões e não em apresentações de propostas prontas e não testadas. Educação não pode ser medida através apenas das estatísticas.
2- Querem começar a corrigir os rumos da educação pelo Ensino Médio. Ninguém começa a construir uma casa pelo telhado. É necessário começar com uma base firme. Essa mudança precisa começar a partir da educação de base, valorizando aos professores e professoras desse segmento, consequentemente o Ensino Médio irá melhorar.
Esse abandono total do tradicionalismo na educação irá nos custar caro, vivemos em uma época onde não se pode reprovar porque traumatiza o aluno, em que o foco da educação tem que estar voltado completamente para o aluno (muitas vezes visto como cliente), quando na verdade o foco precisa estar voltado para o professor (que foca naturalmente o aluno). É o professor que precisa de melhores condições para trabalhar.
Para ensinar é necessário 3 coisas: 
1- Que os professores saibam o conteúdo a ser ensinado e a forma como deve ensinar (E, embora muitos digam o contrário, os professores no Brasil sabem)
2- Que os professores queiram ensinar (E querem)
3- Que os alunos queiram aprender. 
Os alunos querem aprender, mas querem um modelo de sucesso na frente, eles se concentram nas aulas dos professores que eles mais admiram e quando isso ocorre os três pontos se completam. E sem a necessidade dos 20 dias a mais, e talvez até mesmo com 20 dias a menos, pois quando o aluno quer aprender a aula rende e todos podem ter mais tempo para descanso e planejamento para o futuro.

 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Amizade entre professor e alunos na web


O Fato:

Professores americanos lutam contra lei que proíbe amizade com alunos na web

A Lei 54 foi criada com o objetivo de proteger as crianças de abusos sexuais, impedindo que professores e alunos troquem mensagens particulares pela internet, ou até mesmo pelo celular, por meio de mensagens de texto. A Associação Estadual dos Professores do Missouri afirma que a nova lei infringe os direitos dos educadores de se comunicarem livremente. O grupo está pedindo à corte que aguarde a implementação da lei até que a sua constitucionalidade seja determinada.
De acordo com informações do jornal americano The Huffington Post, muitos dos membros da associação estão convencidos de que a lei é sem propósito. Os professores dizem que ela fere o direito constitucional de livre expressão, associação e religião.
O governador Jay Nixon assinou a lei no último mês, mas ela só entra em vigor em 28 de agosto.

A regra foi criada depois que um levantamento mostrou que 87 professores do Missouri perderam suas licenças entre 2001 e 2005 por causa de má conduta sexual, inclusive envolvendo troca de mensagens pela web com alunos.
Ainda não está claro como as redes sociais serão fiscalizadas. A lei não explica se os sites terão controle aos dados de usuários ou se o governo vai ter acesso a contas do Facebook e até aos computadores dos cidadãos. 
Por essas e outras razões, muitos professores do Estado consideram que a lei é pouco específica. A senadora que elaborou o projeto, Jane Cunningham, diz que os críticos entenderam a proposta de forma errada e que os educadores não serão banidos do Facebook.
Os professores ainda poderão criar páginas para entrar em contato com seus alunos, desde que o acesso seja aberto a todos. A página é diferente de um perfil e funciona apenas para divulgar informações. 
Fonte: Diárioonline
Com a colaboração do Lucas Alves


A Opinião:

Para que uma lei não perca o propósito e consiga de fato alcançar o objetivo, é necessário que seja preparada avaliando todas as possibilidades. Uma lei para proibir a amizade entre alunos e professores é simplesmente absurda devido alguns aspectos.
Primeiro, essa lei está criminalizando o professor e classificando-o como pedófilo. Segundo, em uma rede social não existem amizades forçadas, logo, se alunos e professores são amigos é porque houve interesse das duas partes, do contrário basta que um dos dois não aceite a solicitação de amizade. Terceiro, cabe aos responsáveis pelos alunos monitorar a forma como o mesmo utiliza a internet, impedindo assim a real ação de pedófilos ou a exposição dos alunos a conteúdos inapropriados. Quarto, a fiscalização é muito difícil de ser realizada, pois os mau intencionados podem usar perfis falsos para se aproximar dos alunos, assim, a lei pode estar restringindo apenas as amizades sadias.
Acredito que a preocupação maior não deveria ser com a amizade entre alunos e professores, que torna o ambiente escolar mais agradável. O professor sente mais prazer de trabalhar com a turma e a turma se sente bem na aula do professor. A preocupação maior deveria ser sim com a hostilidade entre eles. Como é possível observar abaixo:




O professor deve ter a liberdade para ser amigo dos alunos, mas o respeito e a consideração sempre devem existir.

O Debate:

Você acha que professores e alunos podem ser amigos na web?

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Uso do computador nas escolas


O Fato:

Pesquisa aponta dados sobre o uso de computadores em escolas

Um estudo divulgado nesta terça-feira pelo Centro de Estudo sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), mostraram que, mesmo com 81% das escolas públicas do Brasil tendo laboratórios de informática, apenas 4% das mesmas possuem acesso a ferramenta na sala de aula.
De acordo com o gerente do CETIC, Alexandre Barbosa, “Os resultados apontam a necessidade de ampliar esse modelo, por meio do incentivo da utilização pedagógica da tecnologia, já que o cotidiano do ensino atualmente se desenvolve principalmente dentro da sala de aula e não no laboratório de informática” afirma.
Para chegar à conclusão destes resultados, foram entrevistados 1.541 professores, 4.987 alunos, 497 diretores e 428 coordenadores pedagógicos em 497 escolas brasileiras, tendo como objetivo, identificar o uso e a qualidade da internet  banda larga em escolas públicas das cidades do nosso país e com isso procurar novas soluções para a nossa educação.
Conforme a pesquisa feita, entre as atividades mais realizadas com alunos, estão, a aula expositiva, exercícios práticos, fixação do conteúdo e a interpretação de texto, ao qual, apresentam baixa incidência de uso da internet, onde apenas 20% dos professores entrevistados usam essa ferramenta para organizar e mediar à comunicação com os alunos.
Entre os professores que mais usam internet e computadores com os alunos em atividades, são os professores mais jovens e a região do país que mais a utiliza, e a região Sul, conforme dados apresentado pela pesquisa, onde 56% dos educadores são da região Sul e 44% do restante do país.
Maiores informações desta pesquisa, você encontrará no site; www.cetic.br/educacao/2010

A Opinião:

O computador pode se tornar um poderoso instrumento para auxiliar o aprendizado, mas antes disso é preciso resolver algumas pendências.
Primeiro: grande parte das escolas públicas possui um laboratório de informática, porém muitas não realizam uma manutenção constante, inutilizando algumas máquinas.
Segundo: existe a resistência dos professores quanto ao uso do computador, pela dificuldade em monitorar o que muitos fazem na máquina. Com a possibilidade do acesso a internet, o aluno pode se distrair em muitos outros sites, perdendo assim parte importante da explicação.
Terceiro: em muitos casos o número de computadores é bem menor do que o número de alunos por turma, fazendo com que dois ou mesmo três alunos dividam uma única máquina, dificultando também a aprendizagem.
Quarto: São raros os materiais didáticos adaptados a era digital, com isso muitas aulas acabam ficando sem um "fio-condutor".
Ao resolver essas pendências, os alunos poderão usufruir dos múltiplos benefícios oferecidos pelo computador em sala de aula, como: o desenvolvimento da criatividade e da autonomia do estudante; a ampliação da capacidade de aprendizagem, de acordo com o ritmo da criança e do adolescente; aumento do desenvolvimento cognitivo, do raciocínio lógico e da autonomia do jovem aprendiz; e a promoção da autoestima, com base na execução de projetos pessoais e cooperativistas.

O Debate:

Você é a favor do uso do computador na sala de aula? 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Descaso com a educação

O Fato:

Greve de professores já dura mais de 30 dias em MG, RJ e SC

Em pelo menos três estados – Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina –, os professores da rede estadual de ensino estão em greve há mais de 30 dias e exigem aumento de salários, entre outras reivindicações. Em Santa Catarina, a paralisação já dura 56 dias.

No Rio, onde a paralisação já dura 35 dias, um grupo de cerca de 30 professores ocupou nesta terça-feira (12) à tarde o prédio da Secretaria Estadual de Educação, no centro da capital fluminense. Houve confronto entre os manifestantes e os seguranças da secretaria. Policiais do Batalhão de Choque usaram gás de pimenta. Uma das reivindicações dos professores do Rio é um aumento emergencial de 26%.

Em Minas, a greve completou 36 dias e ainda não houve negociação entre grevistas e o governo. No item principal da pauta de reivindicações está o pagamento do piso salarial nacional, instituído por lei federal. A Secretaria da Educação informou que o menor salário pago em Minas é R$ 1.122 por 24 horas semanais, contra os R$ 1.187 estabelecidos pela lei federal para 40 horas.

Em abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que esse piso deve ser composto apenas pelo vencimento básico, sem levar em consideração os benefícios adicionais. Os professores do estado já reivindicavam que todos os abonos fossem incorporados ao salário.
 

Justiça autoriza corte no ponto de professores em greve no RJ

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar concedida ao Sindicato dos Profissionais de Educação (Sepe) que impedia o corte do pagamento dos dias parados dos professores. A decisão foi publicada nesta terça-feira, 51 dias após o início da greve.
Após a decisão, a Secretaria Estadual de Educação informou que resolveu efetuar o pagamento dos dias parados desde o dia 7 de junho. No entanto, a partir de 1º de agosto, quando as aulas recomeçarem, o servidor que estiver em greve terá falta descontada.
"As aulas perdidas terão que ser repostas. Em não havendo a reposição, de acordo com calendário estipulado pela secretaria, o servidor terá o desconto também retroativo", disse a secretaria em comunicado. Até o fim da semana, será divulgado o calendário de reposição das aulas, que devem ocorrer até 15 de setembro.
A secretaria informou ainda que já foi autorizada a contratação de 2,1 mil professores temporários, que podem ser chamados a partir de 1º de agosto, caso haja necessidade de reposição de aulas. "É de fundamental importância que os alunos não tenham qualquer tipo de prejuízo", afirmou o secretário Wilson Risolia.
Uma assembleia geral dos professores foi agendada para o dia 3 de agosto, quando serão definidos os rumos da greve. A categoria exige reajuste de 26%, incorporação imediata da gratificação do Nova Escola e descongelamento do plano de carreira dos funcionários administrativos.



 

A Opinião:

Até quando o povo vai aceitar as mentiras calado? Saindo pelas ruas hoje, vi em vários jornais que os professores grevistas estão prejudicando a educação pública do Estado do Rio de Janeiro.

Vou dizer quem prejudica não só a educação pública, como também a saúde e a segurança pública. Trata-se dos nossos governantes e atualmente essa culpa é do Sérgio Cabral Filho e sua equipe mentirosa, canalha, corrupta que busca a todo custo usar a mídia para inverter valores tentando colocar a sociedade contra a polícia, contra os médicos, contra os bombeiros e contra os professores.

Ser professor é profissão e não sacerdócio, mas lidamos com pessoas e não com mercadorias, nos envolvemos com nossos alunos e tentamos muitas vezes resolver os seus problemas, às vezes apenas ouvindo desabafos.

A luta dos professores do Estado é por dinheiro sim, por um salário melhor que permita desenvolver melhor a profissão, livre de preocupações, queremos também que os funcionários recebam um salário digno, afinal a educação também passa por eles.

Não somos marginais ou mercenários, mas essa é a forma como querem nos tratar, esse é o rótulo que querem colocar em uma classe que luta pelo bem das crianças e trabalha com dignidade e seriedade para que estes tenham um futuro mais digno.

Se a educação pública realmente tivesse qualidade, se o governo do estado do Rio de Janeiro de fato estivesse atendendo as solicitações dos professores e melhorando a educação, não seria necessário existir cotas para que alunos de escolas públicas pudessem ter acesso às Universidades, afinal a competição seria de igual para igual com a rede particular. Não teríamos um grande número de professores pedindo exoneração a cada dia, pelo contrário, muitos iam lutar para conquistar uma vaga e nunca mais sair, porque fazemos o que gostamos e acreditamos na educação, por isso estamos aqui.

Maldita é a parte da justiça brasileira que julga olhando apenas o lado dos mais poderosos, acredito que essa injustiça será reparada. Querem punir quem faz greve em vez de negociar? Querem calar a boca de quem luta pela educação de qualidade.

A verdade é essa e se alguém tiver dúvidas elabore uma prova e coloque lado a lado, alunos da rede estadual, da rede municipal e da rede particular de ensino e veja quem se sai melhor e quem se sai pior. Vá as escolas das redes estadual, municipal e particular e observe as condições a que os alunos são submetidos. Queremos igualdade! No mínimo que o abismo diminua, queremos dar atenção aos alunos de maneira mais próxima e não ter que trabalhar em mais de 3 escolas para ter um salário digno.

Quer descontar o salário, vá em frente! Quero ver calar a minha boca!

O Debate (Ou melhor, o alerta):

Passe esse post ao máximo de pessoas que conseguir, a verdade precisa vir à tona.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Greve dos professores da Rede Estadual do Rio de Janeiro






O Fato:

Professores decidem entrar em greve por tempo indeterminado (Estado do Rio)

Em assembleia que reuniu cerca de 2.000 profissionais da educação do Estado do Rio de Janeiro nesta terça-feira (7) a categoria decidiu entrar em greve por tempo indeterminado. Nesta terça, os professores realizaram uma paralisação em toda rede.
De acordo com o Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), a falta de disposição do governo estadual em negociar e atender as reivindicações dos professores e funcionários das escolas estaduais foi o principal motivo para a decisão de a classe decidir pela paralisação.
Na quinta-feira (9), os professores vão se unir aos bombeiros do Rio de Janeiro e fazer um ato nas escadarias da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio), a partir das 16h, para pressionar os deputados estaduais a intercederem junto ao governo do Estado para tentar reabrir as negociações em torno das reivindicações das duas categorias.
Na sexta-feira (10), a partir das 13h, o Sepe, bombeiros e outras categorias do funcionalismo estadual farão uma passeata da Candelária, no centro do Rio, até a Alerj.
No domingo (12), novamente os profissionais de educação, bombeiros e servidores do Estado farão uma passeata na avenida Atlântica, com concentração a partir das 10h, na esquina da avenida Princesa Isabel com avenida Atlântica.
A próxima assembleia da rede estadual será realizada na terça-feira (14) no Clube Municipal na Tijuca, na zona norte da capital a partir das 14h. Neste encontro, a categoria irá decidir os rumos da greve.
A categoria reivindica do governo um reajuste emergencial de 26%, a incorporação imediata da totalidade da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em 2015) e o descongelamento do Plano de Carreira dos Funcionários Administrativos da educação estadual, entre outras reivindicações.
A assessoria de imprensa da Secretaria de Educação do Estado informou que das 1.457 escolas da rede, três ficaram sem atividades nesta terça. Dos 51 mil professores, segundo a assessoria, 294 paralisaram as atividades.
A secretaria informa que cumpre o plano anunciado para a categoria e somente nesta quarta-feira (8) poderá avaliar se a greve causará prejuízos aos alunos da rede.

Fonte: Portal R7 

 

A Opinião:

 

Ninguém deve se sentir confortável em uma situação de greve nas escolas. O governo, que terá queda na sua popularidade e não terá setores importantíssimo em pleno funcionamento. Os responsáveis pelos alunos, pois ficam com a rotina comprometida e sem saber o que farão com as crianças. Os alunos, que perdem o ritmo das aulas, a qualidade na formação e a motivação para continuar estudando, pois percebe a desvalorização por parte do governo. E os professores e todos os que trabalham envolvidos com educação, que são colocados como vilões, como mercenários, e que terão que repor aulas no futuro sofrendo assim um grande desgaste tanto na parte física quanto na parte mental. 

Esse desgaste ocorrerá no período de greve, por aqueles que estão lutando e mesmo pelos que apenas aguardam, pois a incerteza gera ansiedade. E ocorrerá novamente após com a reposição das aulas. Apesar de tudo o que foi posto, a greve se justifica.

O salário de um professor é incompatível com a importância da função, com o retorno gerado pela sua atividade e com a quantidade de trabalho que este realiza. Além de ser incompatível, é um salário insuficiente para suprir necessidades básicas, o que leva os professores a precisarem trabalhar em muitas escolas para assim conseguir um bom salário.

Porém ao trabalhar em diversas escolas, perde-se um pouco da qualidade. O tempo de preparação das estratégias é menor, a compreensão sobre a necessidade de cada aluno também fica comprometida e a energia que os professores têm para o trabalho enfraquece, muitos ficam doentes e precisam tirar longas licenças.

A greve se justifica também para que a população perceba que a educação no Brasil só vai bem mesmo nas propagandas, além de observarem o descaso dos governantes. O estado do Rio de Janeiro paga aos professores praticamente a metade do salário que alguns municípios como por exemplo: Angra dos Reis, Niterói e o próprio município do Rio de Janeiro.

O tempo dessa greve é indeterminado, os prejuízos serão recuperados através de muito suor até o fim desse ano. Já o atendimento às reivindicações dos professores vai gerar benefícios que durariam muitos anos. Sem investimentos em educação o futuro, que pode ser brilhante, fica sombrio.

Que o governador entenda uma coisa: "Quem planta vento, colhe tempestade".

 

O Debate:

 

Você apoia a greve dos professores?

O que você pensa sobre greves?