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Leitura sem fronteiras - Tradutor

domingo, 19 de junho de 2011

Plebiscito pela legalização da maconha


O Fato:


"Deputado quer plebiscito para liberar a maconha"


Na próxima semana, o deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR) pretende começar na Câmara dos Deputados, a coleta de assinaturas para que aconteça um plebiscito pela legalização da maconha no Brasil. “Nós temos uma posição contrária, mas o plebiscito é importante para encerrar de vez essa questão”, disse. Ele foi um dos participantes, segundo os organizadores, de uma caminhada pelo calçadão da Rua 15 de Novembro, em Curitiba na abertura da 3ª Semana Antidrogas de Curitiba, promovido pela Prefeitura Municipal.
O evento que foi intitulado de “Loucos pela vida! Drogas, tô fora”, a manifestação contou com a presença de servidores municipais, policiais militares, mil e do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política, além de organismos não-governamentais e vários representantes de clínicas para dependentes químicos. O secretário Antidrogas de Curitiba, Hamilton Klein, disse que a caminhada já estava marcada desde o ano passado e não tem ligação alguma, com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de liberar as manifestações favoráveis ao consumo da maconha.
Klein, no entanto, coloca-se a disposição, como um dos críticos à posição do STF. “Essa decisão é digna do programa Os trapalhões”, afirmou. “Agora qualquer maluco poderá pedir a legalização de marcha pelo nazismo, pelo racismo, pelo estupro, já que decidiram que a liberdade de expressão é irrestrita”.
Em Brasília, por ordem judicial, a marcha da maconha teve o nome mudado para marcha da pamonha. “A liberdade é mais criativa que qualquer grilhão, que qualquer algema que possa se colocar no povo”, disse a ministra do STF Cármen Lúcia. A ação julgada anteontem foi protocolada em 2009 pela procuradora-geral da República em exercício Deborah Duprat. Os ministros deixaram claro que as manifestações não podem servir de proteção para atos de violência ou discriminatórios ou para o consumo livre de drogas. O ministro Luiz Fux acrescentou que os participantes da marcha também não poderão incitar e incentivar o consumo da maconha. Os juízes também não poderão proibir ou exigir que as manifestações mudem de denominação, ressaltou a ministra.
Participaram do julgamento os ministros Celso de Mello, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie, Marco Aurélio Mello e Cesar Peluso. Não participaram os ministros Dias Toffoli, que estava impedido por ter dado parecer sobre o caso quando era advogado-geral da União, Joaquim Barbosa e Gilmar Mendes.

O vídeo:

Para rir um pouquinho



A Opinião:

Sem ficar em cima do muro e nem pensar apenas pela via do "politicamente correto", o plebiscito é a opção mais sensata, o povo decide pela legalização ou não do uso.
A hipocrisia impera no Brasil, culpa-se os mais pobres pela violência provocada pelo tráfico de drogas, mas os principais usuários que movimentam esse mercado são das classes mais abastadas. Fala-se sobre os males da maconha, mas cigarro e bebidas com álcool não só são vendidos como também em muitos casos incentiva-se o uso desses produtos.
Assim, é fundamental que o povo decida se quer que a maconha seja legalizada ou não. Os riscos já são conhecidos.

O Debate: 

O Brasil está preparado para legalizar a maconha?

Você é favorável a legalização da maconha? 

Um comentário:

  1. Lógico que não o Brasil nao está preparado nem pra bebida alcoolica imagina legalização de maconha.Imagina a cena de gente mal educada fumando e ficando chapahouse no ponto de onibus,em frente as escolas, quero nem pensar.Já no uso medicinal acho legal,nosso organismo tem receptores canabinoides e ja foi aprovado que tem um melhoramento em tratamentos em pacientes com dores neuropática etc...

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